sábado, 28 de setembro de 2013

CONSTELAÇÕES


Contam-se por cerca de 10 mil, as estrelas que podemos ver no céu. Todas essas estrelas têm nomes, ou foi-lhes atribuída uma referência. A sua localização, num céu tão vasto, é facilmente conseguida pelas constelações onde estão inseridas.
Foi na Idade do Bronze que os babilónios elaboraram um primeiro catálogo de constelações e estrelas.
Já no século II, Ptolomeu, no seu "Almagesto", definiu 48, desses conjuntos de estrelas.
E desde 1922, a União Astronómica Internacional dividiu todo o céu em 88 constelações, incluindo algumas apenas visíveis no Hemisfério Sul e que eram desconhecidas dos mais antigos do Ocidente. Só foram conhecidas durante a Era dos Descobrimentos Marítimos.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

GRANDES COMETAS DE HISTÓRIA (II)

Em 1843, um outro Grande Cometa, esteve nos céus da Terra e é considerado um dos maiores dos últimos tempos, sendo dezenas vezes mais  brilhante que a Lua.  Tinha uma cauda de cerca de 300 milhões  de  kms,  que é considerada uma das mais extensas de sempre, na História.
A cauda chegou a abarcar 70º, no céu visível! Isto deveu-se ao facto de ter passado apenas a 120 mil Kms do Sol.
Crê-se que já terá por cá passado em 1106 e deve estar de volta dentro duns 737 anos.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

GRANDES COMETA DA HISTÓRIA (I)


No ano de 1882 assistiu-se à passagem dum Grande Cometa.
Hoje, pelas informações de que se dispõe, crê-se que terá atingido um brilho maior que o brilho da Lua Cheia! A sua cauda estendia-se por 30º, no céu.
Foi observado desde Setembro desse ano e ainda foi visto até meados de Fevereiro. É tido como o mais brilhante da História.
Para esse facto raro, contribuiu decisivamente o ter passado a cerca de 430 mil Kms do Sol (uma distância semelhante à que nos separa da Lua). Mas, por essa mesma razão, fragmentou-se em 5 pedaços, devido ao enorme efeito de maré, provocado pela colossal força gravítica do Sol.  
A passagem no periélio, quando é muito perto do Sol, pode provocar essa fragmentação, e isto pode acontecer ao esperado ISON, no final de Novembro.
Esse cometa de 1882 (ou parte dele...), só deverá estar de volta ao interior do Sistema Solar, em 2642.

domingo, 8 de setembro de 2013

3 Cenários para o cometa ISON




Há quase um ano que o cometa Ison (C/2012 S1) foi descoberto.
Ele vem da Nuvem de Oort e deve ter sido de lá ejectado, há uns dez mil anos.
A 28 de novembro de 2013 passará no periélio - a menor distância, em relação ao Sol. O que acontecer nesse dia, ditará a sua sorte.
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3 cenários são possíveis:
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1 – Literalmente evapora, devido ao enorme calor solar.
2 – Parte-se aos bocados e isso poderá ser observado, desde a Terra.
3 – Sobrevive ao calor e à fortíssima atracção solar e será visto da Terra (particularmente no Hemisfério Norte), como um dos maiores do milénio.