DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4
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terça-feira, 28 de agosto de 2012

A CONSTELAÇÃO DE AQUÁRIO (mitologia)


Um pastor (que também era aguadeiro) chamado Ganimedes – nome que viria a ser utilizado por Galileu para baptizar uma das 4 luas de Júpiter, que ele descobrira –, era um jovem, muito belo e gentil.
Por isso, um dia foi raptado pela águia de Zeus e levado para a morada dos deuses para ser o aguadeiro dos ditos. Rapidamente se tornou muito querido de todos e, aproveitando-se dessa circunstância, pediu a Zeus para que o deixasse ajudar os mortais seus irmãos, levando-lhes água. Concedido o pedido, Ganimedes – para os gregos – ganhou o estatuto de Deus da Chuva!
E, não só para bem desempenhar as suas funções, como para poder sempre ser visto pelo pai (o rei Trós, muito saudoso do seu filho...), os deuses colocaram-no no céu!

AQUÁRIO segundo a MITOLOGIA
  

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

TITAN

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Saturno, como se sabe, é um dos últimos planetas do Sistema Solar. Curiosamente possui uma grande lua, Titan, a segunda maior de todo o sistema, quase o dobro do tamanho da nossa Lua. Maior mesmo, que o planeta Mercúrio. Só Ganimedes – uma das quatro luas que Galileu descobriu –, lhe ganha em estatura.
Tão longe como se encontra, só recentemente foi possível conhecer melhor a sua constituição, mercê das informações provindas da missão Cassini, uma feliz parceria entre as agências NASA, a europeia ESA e a italiana ASI, destinada a observar Saturno, os seus anéis e satélites naturais.
Sabe-se agora que Titan possui uma atmosfera mais densa que a da Terra, e que tem água. Porém, essa atmosfera é constituída por nuvens de metano e de etano, dois hidrocarbonetos.
O metano – o mais simples dos hidrocarbonetos –, é por nós correntemente utilizado para produzir energia, por combustão.
O etano, que é obtido a partir do gás natural, ou da refinação do petróleo, tem grande importância industrial, pois dele se obtém o etileno, um composto de numerosas aplicações: serve de anestésico em pequenas cirurgias, é usado para amadurecer artificialmente a fruta e no fabrico de plásticos, está na base de vidros sintéticos, é um solvente para vernizes, tintas e óleos lubrificantes, além de muitas outras aplicações industriais.


quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

OS SATÉLITES DE JÚPITER


Io é o satélite que se encontra mais próximo do planeta Júpiter e foi visto pela primeira vez por Galileu, com a ajuda da luneta que inventara. Os restantes três, descobertos pelo célebre físico, são Europa, Calisto e Ganimedes. O diâmetro de Io é de mil e seiscentos quilómetros, o que lhe confere umas dimensões semelhantes à da Lua. Mas, além de possuir um núcleo metálico e uma densidade elevada, deve ter um campo magnético, o que não acontece com o nosso satélite natural. Apresenta tons amarelos que podem ser de enxofre e fósforo, talvez em estado líquido. As fotografias colhidas pela sonda Voyager, porém, revelam qualquer coisa de inesperado, bem nítidas na gravura, colhida pela sonda. São visíveis vários vulcões em plena actividade, como o que se pode observar na orla do satélite, claramente expelindo magma e gases para a atmosfera. De tal maneira assim é que o astro se encontra envolto numa nuvem muito ténue que o envolve completamente e que têm sido observadas desde há poucas décadas. Nessa nuvem também foi detectado o cloreto de sódio.
Essas erupções vulcânicas devem-se aos efeitos da força atractiva de Júpiter e de dois dos outros satélites. Io é constantemente puxado na direcção desses vizinhos, particularmente o gigante Júpiter e sofre fortíssimos efeitos de maré. Esses efeitos de maré podem deformar a sua crosta até aos cem metros. O calor desenvolvimento é o responsável pelos fenómenos de vulcanismo.
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segunda-feira, 24 de maio de 2010

LUNETA


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A PRIMEIRA LUNETA ASTRONÓMICA
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A primeira luneta astronómica de que há memória, foi construída por Galileu Galilei. Tratava-se dum aparelho óptico rudimentar, que pode ser considerado o percursor dos modernos telescópios. O mês de Janeiro de 1604 ficou para a história da astronomia, como a data em que, através dela, o célebre sábio de Florença descobriu as quatro mais importantes luas de Júpiter – Io, Europa, Ganimedes e Calisto, por ordem de proximidade ao planeta. Também foi ele o primeiro a provar a realidade do sistema heliocêntrico (que tinha sido proposto por Copérnico), refutando a antiga crença de que a Terra era o centro do Sistema Solar e do Universo. Para além disto, nos domínios da astronomia –, foi ele o primeiro a observar e calcular a altura das montanhas da Lua, baseando-se nas sombras que o Sol projecta nas suas crateras, e a verificar a existência de fases, no planeta Vénus, à imagem do que se passa com as conhecidas fases do nosso satélite natural. O céu que observara através da luneta, também lhe permitiu concluir que a Via Láctea não era uma nuvem (como até aí se julgava), mas sim um enorme conjunto de estrelas, a galáxia de que o Sol faz parte.
Hoje sabe-se que esse número é superior a duzentos mil milhões (200. 000. 000. 000).

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

GALILEU




A PRIMEIRA LUNETA ASTRONÓMICA

A primeira luneta astronómica de que há memória, foi construída por Galileu Galilei. Tratava-se dum aparelho óptico rudimentar, que pode ser considerado o percursor dos modernos telescópios. O mês de Janeiro de 1604 ficou para a história da astronomia, como a data em que, através dela, o célebre sábio de Florença descobriu as quatro mais importantes luas de Júpiter – Io, Europa, Ganimedes e Calisto, por ordem de proximidade ao planeta. Também foi ele o primeiro a provar a realidade do sistema heliocêntrico (que tinha sido proposto por Copérnico), refutando a antiga crença de que a Terra era o centro do Sistema Solar e do Universo. Para além disto, nos domínios da astronomia –, foi ele o primeiro a observar e calcular a altura das montanhas da Lua, baseando-se nas sombras que o Sol projecta nas suas crateras, e a verificar a existência de fases, no planeta Vénus, à imagem do que se passa com as conhecidas fases do nosso satélite natural. O céu que observara através da luneta, também lhe permitiu concluir que a Via Láctea não era uma nuvem (como até aí se julgava), mas sim um enorme conjunto de estrelas, a galáxia de que o Sol faz parte.
Hoje sabe-se que esse número é superior a cem mil milhões (100. 000. 000. 000).