DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4
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terça-feira, 8 de outubro de 2013

GRANDES COMETAS DA HISTÓRIA (III) - o DONATI




Embora basicamente idênticos, os cometas apresentam-se-nos quase sempre com diferentes configurações.
A sua maior ou menor exuberância, depende essencialmente da conjugação de distâncias menores, ao Sol e à Terra.
O cometa Donati tem sido considerado o mais belo da História, pela harmonia das suas três caudas, uma de gás e duas de poeiras.
Em Outubro de 1858 esteve no seu maior esplendor, tão brilhante como a mais brilhante estrela dos nossos céus: Sírio.
A cauda de gases apresentou-se como a maior e estendeu-se por uns 40º, no firmamento.

                       * É curioso verificar que, à direita do cometa, se pode ver a Ursa Maior.

sábado, 28 de maio de 2011

ESTRELA POLAR

imagem google
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Ursa Menor é uma importante constelação, particularmente pelo facto de uma das suas estrelas indicar o Norte.
Noutros tempos isto era de capital importância para os navegadores, no hemisfério Norte.
A constelação não é facilmente perceptível mas, a vizinha (e invertida) Ursa Maior é fácil de identificar.
Na imagem que produzimos, a partir das duas "guardas" - assim se lhes chama - da Maior, facilmente se chega à Estrela Polar, a tal que indica o Norte.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

OS NOMES DAS ESTRELAS

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URSA MAIOR
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Às estrelas principais de uma determinada constelação são atribuídas letras gregas e a designação latina (o genitivo ). Assim, Aldebaran, um nome que vem dos árabes, uma gigante vermelha, é a alfa de Taurus. Geralmente é atribuída a letra alfa, a primeira do alfabeto grego, à estrela de maior brilho. Segue-se beta, gama, delta, etc. Estas designações tiveram origem no século XVII e foram instituídas por Bayer, em 1603. Mas as constelações não se limitam às estrelas mais brilhantes. Outras há, por vezes de fraca luminosidade, que também lhes dizem respeito. Estas nomenclaturas, para além do nome e consequente localização da própria constelação, servem para melhor referenciar outros “objectos” do espaço que elas parecem projectar no céu, vistas por nós, da Terra. Por exemplo, nebulosas, cúmulos de estrelas, galáxias distantes. Ou ainda, num dado momento, a posição dum qualquer planeta, asteróide, ou cometa.
São uma ajuda preciosa, principalmente para os amadores que não possuam instrumentos que localizam todos os objectos, por intermédio das coordenadas celestes.
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Imagem Google (promenor)

segunda-feira, 25 de junho de 2007

A URSA MENOR (conclusão)

CONCLUSÃO DA POSTAGEM DE 19 DE JUNHO
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A mãe arranjou um estratagema para iludir Cronos, e salvar o filho (que haveria de ser Zeus): meteu uma pedra nas fraldas do recém-nascido! Cronos pensou que fosse o filho e engoliu-o dum trago. A essa hora já Zeus estava longe, em Creta, onde umas ninfas cuidavam dele. Porém havia um problema, que era o choro de bebé. A imaginação desses nossos venerandos antepassados da Antiguidade Grega, inventou uma maneira de evitar que Cronos ouvisse esse choro da criancinha: colocaram guardas muito barulhentos à entrada da caverna onde as ninfas o protegiam, para que Cronos nada ouvisse! Conta a história que, mais tarde, sendo Zeus já adulto, encetou uma guerra contra o pai e os Titãs. Tendo ganho a guerra, obrigou Cronos, a regurgitar os irmãos que tinha engolido. E passaram a ser eles, os novos deuses do Olimpo.
Uma das deusa é Ida, que no céu ficou representada pela Ursa Menor; a outra é Adrastea, representada pela Ursa Maior!