DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

CHUVA DE ESTRELAS EM DEZEMBRO



É conhecida por Geminídea a mais importante chuva de estrelas do mês de Dezembro. Normalmente, a maior intensidade da chuva verifica-se nas madrugadas dos dias 13 e 14.
Nesse período podem esperar-se uns 50 meteoros, por hora. Eles são geralmente amarelados, de boa observação e podem aparecer alguns bólides, vindo do alto do céu.
Esta chuva de estrelas deve o seu nome ao facto de que os meteoros parecem irradiar da constelação dos Gêmeos, junto à estrela Castor. É mais facilmente observada no Hemisfério Norte, mas também é visível no Hemisfério Sul.

sábado, 1 de agosto de 2009

O DEUS PROTECTOR JÚPITER

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Fotografias de Fábio Carvalho, S. Carlos, Brasil.

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Júpiter era o deus supremo dos Romanos (Zeus, para os Gregos).

Os homens desses tempos tinham a sua postura por majestática e imperturbável, verdadeiramente digna dum soberano austero e estável, no firmamento nocturno.

Ao contrário de Vénus e Marte – igualmente brilhantes – mas que se deslocavam, ao longo das noites, com um carácter volúvel e buliçoso, características que os identificavam com a Deusa do Amor, Vénus, e Marte, o Deus da Guerra.

A mais de 2.000 anos de distância, não imaginavam Gregos e Romanos, que Júpiter fosse um verdadeiro deus protector da Terra!

Como se sabe, num passado mais ou menos remoto, asteróides ou cometas de grandes dimensões viajando pelo interior do Sistema Planetário, acabaram por colidir com a Terra, provocando grandes cataclismos de dimensões planetárias. Foi o caso da queda do enorme meteorito que deu origem à extinção dos dinossauros, há cerca de 65 milhões de anos. Ou de outros, mais remotos (ou até bem recentes), como o acontecimento conhecido por Tungusta, que teve lugar na tundra russa, há cerca dum século*.

Mais recentemente, em 1993, o cometa, Shoemaker-Levy 9, afundou-se em Júpiter, interrompendo, assim, a sua viagem. Como esses corpos viajam na direcção do Sol, podem, eventualmente, passar nas proximidades da Terra e vir a chocar com ela.

É por isso que Júpiter tem um papel muito importante, pois absorve muitos destes bólides, preservando a Terra de eventuais colisões.

E, há bem pouco tempo, pela segunda vez na história da astronomia, foi possível verificar uma dessas colisões.

Nas imagens que mostramos, pode ver-se, na região polar norte de Júpiter, o efeito ainda visível dessa colisão extraordinária.

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* Ver postagem sobre esse acontecimento.