DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

CHUVA DE ESTRELAS EM DEZEMBRO



É conhecida por Geminídea a mais importante chuva de estrelas do mês de Dezembro. Normalmente, a maior intensidade da chuva verifica-se nas madrugadas dos dias 13 e 14.
Nesse período podem esperar-se uns 50 meteoros, por hora. Eles são geralmente amarelados, de boa observação e podem aparecer alguns bólides, vindo do alto do céu.
Esta chuva de estrelas deve o seu nome ao facto de que os meteoros parecem irradiar da constelação dos Gêmeos, junto à estrela Castor. É mais facilmente observada no Hemisfério Norte, mas também é visível no Hemisfério Sul.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

CONSTELAÇÃO dos GÊMEOS

nebulosa esquimó
os gêmeos, tal como eram visto na Antiguidade Clássica
As duas estrelas mais brilhantes da constelação dos Gêmeos, a α e a β, são Castor e Pólux. Representam as cabeças dos gêmeos. Na mitologia grega, eram irmãos da célebre Helena de Tróia.
Sob o ponto de vista da Astronomia, é interessante saber que afinal Castor não é uma estrela, mas sim, três que se confundem, aos nossos olhos. Elas orbitam em torno umas das outras. Mas, mais interessante ainda é que cada uma dessas três estrelas, são, na realidade, sistemas binários. Assim sendo, Castor é um sistema sextuplo, que nos parece uma só estrela!
Encontram-se a cerca de 50 anos-luz de nós. Pólux, essa, está a 35 anos-luz. Portanto, não são gêmeos coisa nenhuma, porque não há nenhuma relação entre a α e β. O que nós vemos da Terra, é apenas a sua projecção no fundo do écran do céu.
Na espaço aparente ocupado pela constelação (que no céu é atravessada pela Elíptica – a linha vermelha), há a salientar um cúmulo aberto, o M 35, uma estrela de neutrões e a Nebulosa do Esquimó (NGC 2392), uma nebulosa planetária.