DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A IDADE DA TERRA


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Uma das questões que sempre tem preocupado os grandes pensadores, é o de saber a idade da Terra.
É célebre o documento de 1650, produzido por um tal arcebispo Hussher, onde era deduzida a idade da Terra, baseada na Bíblia e textos afins.
De acordo com a Bíblia, Deus criou o primeiro homem, Adão, ao sexto dia da existência da Terra, também por ele criada. Tendo levado em linha de conta as gerações descritas no Génesis, de Adão até Abraão, calculou a idade da Terra, em 5610 anos, até à data da publicação do escrito. E concluía que Deus tinha feito o nosso planeta no dia 26 de Outubro de 4004 a. C., às nove da manhã!
Mas nesse tempo não era possível abordar a questão sob um ponto de vista científico, baseado na geologia, na tectónica das placas e no método de datação das rochas por intermédio das características dos minerais radioactivos.
Muito menos na astrogeologia, que permite analisar meteoritos provenientes de várias regiões do Sistema Solar e compará-los com as rochas do nosso planeta.
Assim, os estudos levaram a concluir que a Terra deva ter cerca de 4,6 mil milhões de anos de existência, apenas um pouco menos do que a idade do Sol.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

GALILEU GALILEI

imagem google

A primeira luneta astronómica de que há memória, foi construída por Galileu Galilei. 
Tratava-se dum aparelho óptico rudimentar, que pode ser considerado o percursor dos modernos telescópios. O mês de Janeiro de 1604 ficou para a história da astronomia, como a data em que, através dela, o célebre sábio de Florença descobriu as quatro mais importantes luas de Júpiter – Io, Europa, Ganimedes e Calisto, por ordem de proximidade ao planeta. Também foi ele o primeiro a provar a realidade do sistema heliocêntrico (que tinha sido proposto por Copérnico), refutando a antiga crença de que a Terra era o centro do Sistema Solar e do Universo. Para além disto, nos domínios da astronomia –, foi ele o primeiro a observar e calcular a altura das montanhas da Lua, baseando-se nas sombras que o Sol projecta nas suas crateras, e a verificar a existência de fases, no planeta Vénus, à imagem do que se passa com as conhecidas fases do nosso satélite natural. O céu que observara através da luneta, também lhe permitiu concluir que a Via Láctea não era uma nuvem (como até aí se julgava), mas sim um enorme conjunto de estrelas, a galáxia de que o Sol faz parte.
Hoje sabe-se que esse número é superior a duzentas mil milhões (200. 000. 000. 000).

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

a galáxia mais antiga


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Depois do Big Bang, que se julga ter acontecido há cerca de 13,7 mil milhões de anos, começaram a formar-se as estrelas e as galáxias, embora ainda não se saiba ao certo, quando isso começou a acontecer.
No entanto, surge agora a notícia da descoberta duma galáxia existente desde uns 480 milhões de anos, depois do começo do nosso actual universo – a mais antiga até agora detectada. A imagem que nos chega, é a de como ela era, nesse tempo.
A descoberta foi realizada utilizando uma câmara de infravermelhos.
O que os astrónomos procuram, neste momento, é saber o que aconteceu no período de formação desses primeiros objectos, ou seja, nos primeiros 500 milhões de anos da existência do universo.
Isso virá a ser possível quando entrar em operações um novo telescópio espacial, o Webb, em 2014, que irá substituir o Hubble.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A NOSSA GALÁXIA


A nossa galáxia é apenas uma das miríades outras, do nosso Universo.
Pelo essencial, se considerarmos os diversos astros de que são constituídas, todas são idênticas. Cada uma delas tem milhares de milhões de estrelas de variados tipos.
Porém, as suas configurações podem ser bem diferentes. A Via Láctea e a Andrómeda, por exemplo, fazem lembrar um disco das competições desportivas, sendo os seus bordos notoriamente em espiral, como se o conjunto se estivesse a esfrangalhar nesses limites. Outras há que são esféricas, elípticas, lenticulares, ou irregulares. A Via Láctea faz parte dum grupo dumas trinta galáxias, a que se chama o Grupo Local. Além dela, as mais importantes são a Andrómeda e o Triângulo, todas espirais. Por sua vez, como sucede com a nossa própria galáxia, também as outras possuem pequenas galáxias satélites ou glóbulos estelares. As duas Nuvens de Magalhães (só visíveis no hemisfério sul, mas já descritas nas mitologias de alguns povos das ilhas do Pacífico, antes de serem conhecidas dos europeus, por intermédio dos relatos dos navegadores que acompanharam Fernão de Magalhães, na primeira Volta ao Mundo), são as mais importantes galáxias satélites da Via Láctea. A maior dessas Nuvens de Magalhães, tem cerca de dez mil milhões de estrelas. A mais pequena tem um décimo dessas estrelas e está a cento e sessenta mil anos luz de nós. Outras como a do Dragão e da Ursa Menor, não têm mais que cem mil unidades.