DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

RAIOS GAMA


A maior explosão duma estrela (até hoje observada), ocorreu a mais de 12 mil milhões de anos-luz de nós, na região da constelação de Carina, e foi captada simultaneamente por dois instrumentos do Telescópio Espacial de Raios Gama, Fermi. Atribuíram-lhe o nome de GRB 080916C.
Ter ocorrido a mais de 12 mil milhões de anos-luz, quer dizer também que o fenómeno ocorreu quando o Universo ainda era muito jovem.
A fantástica explosão libertou tanta energia como 9 mil supernovas, principalmente na banda dos altamente energéticos raios gama.
Pensa-se que fenómenos desta natureza só possam ser resultantes da explosão de remotas estrelas gigantescas que gastaram todo o seu combustível, dando origem a enormes buracos negros.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

AS PLÊIADES

Imagem Google

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Charles Messier, um astrónomo francês do século XVIII, criou uma lista de 119 objectos celestes, denominado Catálogo de Messier. O M 45, as Plêiades, é um desses objectos. Trata-se dum grupo (um cúmulo de estrelas – aglomerado aberto) que se pode observar na constelação do Touro. É facilmente visível nos dois hemisférios. Têm uma cor predominantemente azul, o que desde logo indicia que são jovens e quentes. Por comparação, o Sol é uma estrela amarela, portanto "de meia idade"
Ter-se-ão formado nos últimos 100 milhões de anos e distam cerca de 380 anos-luz de nós.
À vista desarmada podem ver-se 7 estrelas ( conhecidas entre nós, por "sete-estrelo"), mas um apropriado instrumento óptico, mostra que são pelos menos umas quinhentas. A mais brilhante chama-se Alcion. Foram engendradas a partir da mesma nuvem de gás. Por isso têm a mesma idade e a mesma composição química.
A nebulosa onde se encontram, nada tem a ver com a nuvem de gases e poeiras de que se formaram as estrelas. Elas apenas atravessam essa "nebulosa de reflexão" – assim chamada, porque rebrilha devido à reflexão da luz das estrelas incidindo nas poeiras.
Contudo, este aglomerado de jovens estrelas, não é estável. Pensa-se que as fortes interacções gravitacionais a que estão sujeitas, provindas de outras estrelas da Galáxia, as façam dispersar e afastar, dentro duns 250 milhões de anos.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

A CONSTELAÇÃO DE AQUÁRIO (mitologia)


Um pastor (que também era aguadeiro) chamado Ganimedes – nome que viria a ser utilizado por Galileu para baptizar uma das 4 luas de Júpiter, que ele descobrira –, era um jovem, muito belo e gentil.
Por isso, um dia foi raptado pela águia de Zeus e levado para a morada dos deuses para ser o aguadeiro dos ditos. Rapidamente se tornou muito querido de todos e, aproveitando-se dessa circunstância, pediu a Zeus para que o deixasse ajudar os mortais seus irmãos, levando-lhes água. Concedido o pedido, Ganimedes – para os gregos – ganhou o estatuto de Deus da Chuva!
E, não só para bem desempenhar as suas funções, como para poder sempre ser visto pelo pai (o rei Trós, muito saudoso do seu filho...), os deuses colocaram-no no céu!

AQUÁRIO segundo a MITOLOGIA
  

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Eppur si muove


1 - Eppur si muove
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                                                 .."Para o homem não é fácil começar a pensar.
                                          No entanto, uma vez que consegue fazê-lo,
                                          nunca mais pára"
                                          Jean Jacques Roussau
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Na Terra, muita coisa mudara no mundo, em recentes anos e - em última análise -, desde a célebre frase de Galileu "Eppur si muove", a que os inquisidores do Santo Ofício não terão atribuído o verdadeiro significado. 
Aí despontava - ou renascia das cinzas da noite medieval que ofuscara os Gregos - o verdadeiro génio científico que haveria de fazer do homem um viajante das Estrelas e do Cosmos. A luneta do sábio mostrara claramente que a Lua era semelhante à Terra; até se lhe viam montanhas, planícies e o mar!... Júpiter provou sem remissão não ser "fogo vivo", principiando a desvelar os seus segredos e as suas quatro pérolas: Io, Calisto, Europa e Ganimede. Saturno, esse, expunha os seus anéis, como uma virgem jovem e púdica pela primeira vez expõe os seus.
Este fora o descobridor das ignoradas coisas de cima, o primeiro visionário da lonjura e do tempo, nas asas ágeis da óptica e no desassossego de procurar mais além. Viu para além da vista, o que ninguém vira. E, de ver, imaginou o que não via. Afinal, sempre haveria de haver outros mundos, outras madrugadas possíveis, outras noites de lua e de estrelas!
Mais tarde - muito... ou pouco mais tarde?... - vencida a força que nos traz amarrados pelos pés, ao umbigo da terra, um outro homem colocava nos mares celestes um ínfimo relógio a acordar-nos todas as manhãs, com um poético bip bip. Era a consagração do espírito cósmico, do ser-pensante. O primeiro passo do "deus nas alturas" a olhar-nos, como se fôssemos nós mesmos, do cimo do Olimpo inacessível e temido.
Depois foi a sucessão conhecida dos feitos imorredoiros que fizeram o sonho último dos inquietos, e que encheram de pavor, ou pura e simplesmente deixaram indiferentes os imbecis e os ignorantes. 
Este mesmo homem que já fora Pitecanthropos e Cro-magnon, que apenas vivera para viver e só merecera do chão da terra o seu fim último, ensaiava uma série de experiências visando perceber o sentido desconhecido da vida e os seus limites. Estaríamos sós no Universo? Seria ele intransponível ou completamente inóspito para o nosso metabolismo de carvão e água, ou seria possível alcançá-lo, abarcar o seu todo e uma pluralidade ou infinidade de mundos habitados, ou a habitar?
Soavam ainda os ecos de provável vida biológica perto de nós, nos canali de Marte, observados por Percival Lowell e exacerbados por Orion Welles, na célebre rábula da invasão dos marcianos que assustou meio mundo yankee
Como seria essa vida? Seria igual à nossa? Ou parecida, ao menos, como Robison pretendia por volta do primeiro quartel do século XX, pintando os Marcianos como criaturas espertas, de longas orelhas e olhos como feijões caritos, imitando as feições dum chinês, bebedores de chá e hábeis condutores de automóveis?
O homem pensante, o astrónomo, todos os inquietos, não desistiram. Puseram-se a pensar, a desenhar, a fazer espelhos e tubos para ver mais longe ou, apenas... a deduzir equações intermináveis.
E um belo dia, munidos da ciência da pólvora e dos pássaros, punham no Espaço um enxame de abelhas, a ver se elas construíam hexagonais os seus favos e se a hierarquia terrestre se mantinha, lá no alto, próximo dos deuses. Ensinou macacos a voar, segredou segredos inconfessáveis a vermes e répteis, disse aos pássaros que havia outras ilhas, para além dos mares. E com a mesma singela naturalidade com que domesticou animais pondo-os ao seu serviço, desde Lascaux e Kapovaya, deu asas à cadela Laika, para que ela pudesse admirar, por ele, o esplendor do planeta, feito de azul e luz. Passados tantos anos, séculos de gerações que se foram multiplicando no deslumbramento de ser e na angústia da existência precária e breve, o pobre animal perdura na memória dos homens, na sua ânsia de absoluto, no seu questionar infatigável de si mesmo e do seu destino; não terá o esplendor mítico da máscara de  ouro de Totankhamon, mas parece olhar o infinito da mesma maneira, podendo ainda hoje admirar-se embalsamada, num museu de Leste, como a um faraó, ou um fresco de Miguel Ângelo.
As portas do Céu abriam-se; Yuri Gagarine ficou para a História, ilustrando-se e imortalizando-se, por ser o primeiro a transpo-la. 
A Era Espacial aí estava.
E depois das primeiras e tímidas viagens no interior do Sistema, o homem aventurava-se mais além, no reino das estrelas.
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 em A FEBRE DO OURO, pág 9

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

PLUTÃO


Plutão já não é considerado um planeta, como referi numa outra anterior postagem.
A razão desta minha nova postagem sobre o tema, é uma fotografia de Plutão - um minúsculo ponto luminoso, no meio dum autêntico mar de estrelas mais ou menos longínquas, da nossa própria galáxia, que se vêem no background. Mas mesmo assim é preciso o leitor deste post, arranjar uma qualquer maneira de ampliar a fotografia até ver Plutão, junto à ponta da seta!
Lembre-se, no entanto, que Plutão tem apenas cerca de um terço do volume da Lua. Como tem uma órbita muito excêntrica, chega-se ao Sol às 30 Unidades Astronómicas, ou afasta-se até às 49 U.A. Por Isso, periodicamente, fica mais perto do Sol do que Neptuno.
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A extraordinária fotografia é de Pedro Ré, Professor da Faculdade de Ciências de Lisboa.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Nebulosa "A Formiga"


A nebulosa planetária Mz3 (ou Menzel 3 – descoberta por Donald Menzel, em 1922) tem uma forma estranha. Lembra o tórax e a cabeça duma formiga. Daí o nome por que também é conhecida. Tem um comprimento de cerca de um ano-luz. Mas deveria ser redonda. Pensa-se que alberga uma estrela parecida com o Sol (que não pode ser devidamente estudada porque a matéria da nebulosidade a ofusca), e que influencia a forma da nebulosa. O seu estudo aprofundado pode permitir saber como será o nosso Sol, depois de transformar-se também em nebulosa planetária.
A Nebulosa pode ser observada na constelação de Norma e encontra-se a cerca de 3 mil anos-luz da Terra.

Crédito: R. Sahai (JPL) et al., Hubble Heritage Team, ESA, NASA

quarta-feira, 25 de julho de 2012

URANO


Urano, para os gregos, era o deus do Céu. É o 7º planeta a partir do Sol e o 3º maior, do Sistema Solar. Em condições excepcionais, é visível a olho nu, mas nunca foi reconhecido como planeta, pelos Antigos, devido a seu muito lento movimento (aparente) no céu. Só foi reconhecido como tal, por William Herschel, em 1781, através do telescópio.


quinta-feira, 12 de julho de 2012

UM SEGUNDO A MAIS


Este ano de 2012 vai ter mais um segundo que os anteriores!
Assim decretou o o International Earth Rotation Service (IERS), a entidade máxima que estuda o tempo de rotação Terra e a "hora legal civil".
Esse segundo adicional foi intercalado à meia-noite UTC do dia 30 de Junho. 

terça-feira, 26 de junho de 2012

GALÁXIA M101, ou do CATA VENTO

A galáxia M101 (do catálogo de Messier), ou do New General Catalogue NGC 5457, pode ser observada em céus setentrionais, mais propriamente, na região da Ursa Maior. Foi descoberta em 1781, por Pierre Mechain, colaborador de Charles Messier (que também primeiro visionou a do Sombrero), e que lhe deu um nome francês (a sua nacionalidade) – galáxia do Molinete – a galáxia do Cata Vento. Esta imponente galáxia – cuja massa total está estimada em cem mil milhões de vezes a massa do Sol, é por nós vista de frente, em todo seu esplendor, fazendo lembrar uma girândola de fogo de artifício. É classificada como uma galáxia espiral (uma das maiores do género), e ocupa, na projecção do céu vemos, um diâmetro aparente quase igual à Lua! Não é visível à vista desarmada, mas a parte central é acessível a binóculos ou modestos telescópios. Só com um telescópio de 25 cms de abertura é possível começar a ver os braços da espiral e é necessária uma abertura de pelo menos 40 cms, para observar todo o conjunto. Encontra-se entre uns estimados 25 a 27 milhões de anos-luz, ou seja, quase dez vezes mais que a nossa vizinha Andrómeda. É bem maior que a nossa via Láctea, pois terá um diâmetro duns 170 mil anos-luz.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

TITAN


Saturno, como se sabe, é um dos últimos planetas do Sistema Solar. Curiosamente possui uma grande lua, Titan, a segunda maior de todo o sistema, quase o dobro do tamanho da nossa Lua. Maior mesmo, que o planeta Mercúrio. Só Ganimedes – uma das quatro luas que Galileu descobriu –, lhe ganha em estatura.

Tão longe como se encontra, só recentemente foi possível conhecer melhor a sua constituição, mercê das informações provindas da missão Cassini, uma feliz parceria entre as agências NASA, a europeia ESA e a italiana ASI, destinada a observar Saturno, os seus anéis e satélites naturais.

Sabe-se agora que Titan possui uma atmosfera mais densa que a da Terra, e que tem água. Porém, essa atmosfera é constituída por nuvens de metano e de etano, dois hidrocarbonetos e outros gases.

O metano – o mais simples dos hidrocarbonetos –, é por nós correntemente utilizado para produzir energia, por combustão.

O etano, que é obtido a partir do gás natural, ou da refinação do petróleo, tem grande importância industrial, pois dele se obtém o etileno, um composto de numerosas aplicações: serve de anestésico em pequenas cirurgias, é usado para amadurecer artificialmente a fruta e no fabrico de plásticos, está na base de vidros sintéticos, é um solvente para vernizes, tintas e óleos lubrificantes, além de muitas outras aplicações.

Uma mina de combustíveis!

Só que se encontra quase a 1.500.000.000 km de nós, 9 vezes e meia a distância que nos separa do Sol!

quarta-feira, 6 de junho de 2012

TRÂNSITO DE VÉNUS


No passado dia 6 de Junho deu-se um raro acontecimento celeste. O planeta Vénus intrometeu-se entre o Sol e a Terra e provocou aquilo que em Astronomia se chama trânsito. Tem as características dum eclipse, mas a parte eclipsada do Sol é minúscula, e nem pode ser observada à vista desarmada; sem comparação, neste aspecto, com os eclipses de Sol, provocados pela Lua.
Aí, o disco solar aparece sensivelmente igual ao do nosso satélite natural e, algumas vezes, tapa completamente o Sol.
No caso do trânsito de Vénus, o seu disco é muito mais pequeno que o solar (ver gravura) e apenas pode ser observado com meios ópticos apropriados.
O fenómeno durou mais de seis minutos, sendo possível visionar em muitas regiões do Globo. Mas não em Portugal (porque quando a Terra, Vénus e o Sol se encontravam no mesmo enfiamento, o astro-rei ainda se encontrava abaixo do horizonte). No Brasil, foi observado apenas em algumas regiões.
Estes fenómenos são raros. Há dois muito próximos no tempo, mas depois é preciso mais de cem anos para que tal volte a acontecer. O próximo só será visto no dia 11 de Dezembro de 2117!
Aquele que aconteceu no tempo de Edmond Halley (1656/1742), foi aproveitado pelo célebre astrónomo britânico, para determinar a distância Terra/Sol, pelo método da paralaxe, embora os instrumentos de medida, da época, não permitissem o grande rigor que hoje se consegue.

terça-feira, 29 de maio de 2012

OS COMETAS


Os cometas são astros muito curiosos, por vezes espectaculares, que circulam dentro do Sistema Solar. Por isso, chamam-lhes "vagabundos", ou "viajantes do Sistema Solar". 
Orbitam em volta da estrela, como fazem a Terra e os outros planetas. Mas também como os pequenos corpos da Cintura de Asteróides que gravitam entre Marte e Júpiter e os dois outros descomunais conjuntos de pequenos astros, que se encontram para além de Plutão.
Alguns asteróides que circulam pelo Sistema Solar são, provavelmente, velhos cometas que perderam toda a sua matéria volátil ao longo de milhões de anos de aproximações ao Sol.
Uns e outros são oriundos dos referidos conjuntos que se encontram para além de Plutão: a Cintura de Kuiper e a Nuvem de Oort, já imensamente distante do Sol. Esta última vai até a mais de meio caminho entre nós e a estrela mais próxima, a α de Centauro.
Basicamente, um cometa é um corpo de pequenas dimensões (até algumas dezenas de quilómetros de comprimento), que tem um núcleo sólido revestido por compostos gelados.
Quando se aproxima suficientemente do nosso astro-rei – numa das suas viagens orbitais – aquece, libertando parte dos seus voláteis. Algumas vezes, é possível observá-los a olho nu, desde a Terra e podem proporcionar grandes espectáculos visuais.
Para os romanos eram os astrum barbatum. E, no nosso país, eram conhecidas por "estrelas de rabo", para os mais antigos. Os chineses mais remotos viam-nos como pincéis, os hui, com que desenham as suas letras (o que é uma tradição milenar) e, certos povos guerreiros associavam as suas formas às armas que utilizavam!

terça-feira, 22 de maio de 2012

Ophiuchus, ou Serpentário

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Ophiuchus, ou Serpentário (ver postagem anterior), é uma constelação localizada no Hemisfério Sul e, segundo o que foi determinado, em 1930, pela União Astronómica Internacional, pertence à roda do Zodíaco, pois se encontra na região zodiacal, cruzando a elíptica, entre Escorpião e Sagitário. 
Desde então, os astrólogos discutem se a constelação deve representar um Signo, embora os astrónomos pura e simplesmente ignorem essas discussões, por as considerarem sem qualquer valor.                         
É representada por uma serpente, nas mãos dum homem. Na constelação há uma importante estrela, a Estrela de Barnard, que está bem próxima do Sol, a 6 anos-luz, embora seja invisível à vista desarmada. É uma anã, de pouca massa e actividade. Nela também se encontram cinco aglomerados de estrelas - M9, M10, M12, M14 e M107.

sábado, 5 de maio de 2012

ASTRONOMIA E ASTROLOGIA


OS CÉUS ESTÃO MUDADOS
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Os céus estão mudados e com eles a sorte dos humanos!
Segundo observações e estudos de eminentes astrónomos da Minnesota Planetarium Society, nos Estados Unidos, a configuração do céu já não é aquela que nos fazem crer os astrólogos. Quer isto dizer que as previsões que eles fizerem, baseando-se no mapa antigo dos signos… estão forçosamente erradas! E isto porque um dos movimentos que a Terra tem, vem sistematicamente desalinhando a posição que vemos das estrelas do céu. Esse desalinhamento é muito lento, em termos de vida humana, mas o suficiente para deslocar as constelações, relativamente a nós, desde que a astrologia foi inventada, na antiga Bibilónia.
Mas dizem mais os astrónomos: O Zodíaco deveria ser dividido em 13 constelações (portanto, 13 Signos do Zodíaco) e não as doze actuais.
Ao princípio, onde tudo isto foi inventado, havia também a constelação do Serpentário (simbolizado por uma cobra) e respectivo signo, e assim é que estava certo!
Eis, segundo a astronomia a sequência e datas dos signos, ou seja, onde está o Sol na projecção que vemos, em relação às constelações:
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Capricórnio: de 20 de janeiro a 16 de fevereiro
Aquário: de 16 de fevereiro a 11 de março
Peixes: de 11 de março a 18 de abril
Carneiro: de 18 de abril a 13 de maio
Touro: de 13 de maio a 21 de junho
Gêmeos: de 21 de junho a 20 de julho
Caranguejo: de 20 de julho a 10 de agosto
Leão: de 10 de agosto a 16 de setembro
Virgem: de 16 de setembro a 30 de outubro
Balança: de 30 de outubro a 23 de novembro
Escorpião: de 23 a 29 de novembro
Serpentário: de 29 de novembro a 17 de dezembro
Sagitário: de 17 de dezembro a 20 de janeiro