DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A NATALIDADE DAS ESTRELAS


Depois de várias medições muito precisas, investigadores duma universidade holandesa, concluíram que a taxa de natalidade das estrelas é inferior numas trinta vezes à que se verificava há 11 mil milhões de anos. (Lembre-se que a idade estimada do Universo é um pouco inferior aos 14 mil milhões de anos).
A técnica utilizada - a partir de amostras de cerca de mil galáxias em cada uma das épocas - mostra que, nesses tempos remotos, se formavam cerca de 30 toneladas, por minuto de arco, num dado volume, e hoje apenas se forma uma tonelada, no mesmo volume.
À medida que o tempo vai passando e o Universo se expande, menor será essa taxa de natalidade e mais envelhecido será o Universo.
Os investigadores também fazem notar que essa situação conduz ao “empobrecimento do Universo”, pois que, é da formação de novas estrelas e sua consequente evolução que se formam os metais pesados, particularmente o ouro…
Bem se pode dizer que este país se encontra em posição idêntica. As últimas notícias mostram que o país está envelhecer, porque cada vez há menos crianças a nascer…

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Mitologia de Sagitário



A constelação é representada por um cavalo, com cabeça humana.
Na Grécia Antiga também era conhecida por Centauro ou Arqueiro, embora esta última designação seja estranha, pois os arcos eram alheios aos ditos centauros. A pedido das Musas que viviam no Monte Helicão, com essa personagem, Croto, Júpiter colocou-o no céu, em forma de constelação, o que, aliás, Júpiter fez a outras criaturas mortais. A forma que lhe deu mostrava como ele gostava de cavalos, o arco dizia da sua destreza e o seu apego à caça, e a cauda pelo amor das Musas, por Croto – a personagem que originariamente deu origem a Capricórnio.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O GRANDE COMETA DE 1680

Esta gravura da época mostra o que teria sido 
o Grande Cometa de 1680, visto sobre Amesterdão.
Pensa-se que o c/2012 SI (ISON) 
possa vir a ser espectáculo celeste idêntico. 
(Ver postagens imediatamente anteriores)

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

COMET C/2012 S1 (ISON)

clicar para ver o movimento
O cometa de que falámos na penúltima postagem, pode aqui ser observado, quando ainda se encontra para além da órbita de Júpiter. (ver essa postagem). De referir que o cometa que mais próximo passou da Terra (desde que há registos), foi o Lexell, a mais de 2 milhões de quilómetros. O célebre Halley, em 1986, esteve a 62. A considerar também que o asteróide denominado 2005 yu55, "quase rasou" a Terra, a uma distância próxima da Lua - a 324 mil kms, em 2011!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

COMETAS PRÓXIMOS



Acaba de ser descoberto um cometa que pode tornar-se espectacular, dentro de pouco mais de ano!
Já lhe atribuíram a designação de C/2012 S1 (ISON).
Neste momento encontra-se ainda para além da órbita de Júpiter, na constelação de Caranguejo, mas completamente invisível mesmo para binóculos ou telescópios simples.
Se as previsões se confirmarem (e é sempre muito difícil fazer previsões,
a um ano de distância, para objectos tão longínquos, tanto mais que a sua composição ainda não pode ser determinada), o cometa será visível mesmo de dia e será mais brilhante que a Lua.
O cometa passará a menos de 2 milhões de quilómetros do Sol e as enormes forças gravíticas da estrela, podem estilhaçá-lo.
Mas, se isso não acontecer, será uma dos mais vistosos cometas da História, semelhante ao Grande Cometa de 1680 - dos tempos de Newton -, (com o qual pode haver grandes semelhanças ou até, ser o mesmo).
O cometa será visível no Hemisfério Norte, mas, para o Hemisfério Sul, está anunciado um outro muito interessante: o C/2011 L4 (PANSTARRS) já no próximo mês de Março.
Disso daremos mais notícias.
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créditos: NASA

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

ENXAME DE ESTRELAS



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Este grande enxame globular de estrelas, denominado M 4, é um dos mais próximos da nossa galáxia. Pode ser observado na constelação de Escorpião. Contém dezenas de milhares de estrelas e é, pela sua proximidade, um dos mais fotografados e estudados. Uma das questões que mais tem prendido os astrónomos, é o facto de uma das suas estrelas ter propriedades, no mínimo curiosas e intrigantes. É que, sendo muito antigas todas as suas estrelas, a estrela em causa possui uma muito maior quantidade de lítio, um elemento raro, do que seria de esperar. E isto porque o lítio é correntemente destruído ao longo dos milhares de milhões de vida da estrela.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

GRANDES METEORITOS

cratera Barringer, no Arizona

Meteoritos são pedras vindas do espaço, que caem na direcção da Terra e que podem ter dimensões tão diferentes como dos poucos milímetros, aos quilómetros.
Os mais pequenos (por vezes do tamanho de grãos de poeira) ardem ao atingir as altas camadas da atmosfera e são vistos como estrelas cadentes. Quando têm dimensões que lhes permitem não arder completamente, apresentam-se-nos como bolas de fogo ou pequenos bólides e são um espectáculo visual interessantíssimo (ou aterrador, para muitos…).
Alguns desses maiores meteoritos estão na origem de grandes crateras na Terra, com foi o caso da cratera Chicxulub (de 180 quilómetros) provocada por um bólide de mais de 10 mil metros de envergadura, que caiu na península do Yucatan, no México, há 65 milhões de anos e que se crê estar na origem da extinção dos dinossauros, ou do que provocou a cratera Barringer, no Arizona. Esta, tem um quilómetro de diâmetro e uns 200 metros de profundidade e pensa-se que teve origem na queda dum meteorito de 50 metros, há uns 50 mil anos.
Mais recentemente, há a notícia de que há 35 milhões de anos teria caído um outro, na Sibéria, deixando uma cratera de 100 quilómetros.
Especialistas russos dizem que o acontecimento produziu um enorme depósito de diamantes.
Isso aconteceu porque o impacto foi de tal maneira violento que provocou temperaturas e pressões susceptíveis de criar diamantes que, no caso, são ainda mais rijos que os que são usados em joalharia.