créditos: Space Rip
quinta-feira, 18 de abril de 2013
sábado, 23 de março de 2013
DESCRIÇÃO DUM COMETA
Agora que o cometa PanSTARSS desapareceu completamente da vista dos humanos, já se começa a falar do próximo.
O PanSTARSS foi o que se esperava. Visível, sim (particularmente no Hemisfério Sul), mas nada de espectacular.
O mesmo não se deverá passar com este novo visitante (c/2012S1 (ISON), que começará a poder ser observado a olho nu, nos princípios do próximo Novembro. Promete um grande espectáculo, podendo mesmo, ser visto em pleno dia!
Para melhor se conhecer os cometas, aqui fica informação pormenorizada.
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segunda-feira, 18 de março de 2013
Cometa PanSTARRS, em Portugal
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| Fotografia tirada em Almada, por Miguel Claro. |
O PanSTARRS continuará a ser visível, nos próximos dias.
Ele poderá ser visto, depois do pôr-do-sol, na direcção donde o sol se pôs...
se as nuvens deixarem...
mas o melhor é munir-se dum binóculo.
Ele poderá ser visto, depois do pôr-do-sol, na direcção donde o sol se pôs...
se as nuvens deixarem...
mas o melhor é munir-se dum binóculo.
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cometa PanSTARRS nos céus de Almada
quinta-feira, 7 de março de 2013
Cometa Pan-Starrs no Brasil
Para
quem quiser observar o cometa, deve olhar para oeste durante o pôr-do-sol, por volta das 19h30. Brasília é a referência.
Como
binóculos, é possível observar o cometa. Mas em regiões muito escuras há a
possibilidade de vê-lo a olho nu. Ele estará bem próximo do horizonte.
O
Pan-Starrs deve ser visto até o dia 15. O melhor dia para ser visto é o dia 12,
cerca de cerca de 30 minutos depois do ocaso do Sol, próximo à Lua Nova.
domingo, 3 de março de 2013
Cometa Pan-STARRS
Neste momento o cometa Pan-STARRS (C/2011 L4) encontra-se próximo do Sol, dentro da órbita de
Mercúrio.
Quem vive no
Hemisfério Sul pode observá-lo sem recurso a meios ópticos, ao pôr-do-sol.
![]() |
| Atenção: esta imagem foi tirada com exposição. |
O cometa está a
tornar-se mais brilhante e dentro de dias, já poderá ser observado mesmo nas
cidades (com a sua poluição luminosa).
Iremos dando notícias.
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domingo, 17 de fevereiro de 2013
UM PONTINHO NO CÉU
Passou como um pontinho no céu. E só com binóculos (ou melhor) poderia ser visto. Não trouxe novidade. Veio à hora prevista (minutos e segundos) e na rota calculada. Mas houve quem o fotografasse, para a posteridade... O 2012DA14 não deu quaisquer sinais de si... aos profetas da desgraça. Ponto final.
*
No entanto, nesta mesma semana, um outro habitante de longínquas regiões do céu, bem mais pequeno, entrou pelas altas camadas da atmosfera, a uma enormíssima velocidade, aqueceu e incendiou-se, provocando explosões e iluminando os céus duma região meridional da Rússia. A velocidade a que vinha fez com que, às tantas, se produzisse uma onda de choque que partiu tudo quanto era vidros de janelas, das redondezas! Muitas pessoas ficaram feridas. Fala-se em mais de mil...
O acontecimento que (agora se sabe), nada teve a ver com o DA14, pode considerar-se um fenómeno pouco comum, dadas as dimensões do pedregulho. Todos os dias caem bolas-de-fogo, na Terra, mas a maior parte passam desapercebidas, pois acontecem sobre os oceanos, desertos ou regiões remotas e têm menores dimensões.
Resta dizer que, outro como este, no espaço duma vida, dificilmente virá a acontecer, segundo as estimativas.
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sábado, 16 de fevereiro de 2013
O ASTERÓIDE
O asteróide passou, como previsto, na rota calculada, e sem novidade. Veja o vídeo em Asteróide. (créditos: Paulo Lobão)
*
Entretanto, um meteorito caiu algures, na Rússia, e causou centenas de feridos, segundo as primeiras notícias. Mas ainda ainda não está descartada a hipótese de os dois acontecimentos estarem ligados.
Disso daremos conta, em próxima postagem.
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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
A PARALAXE
PARALAXE
.
A 1ª luneta astronómica
fora construída em 1604,
por Galileu, que através dela descobriu as luas de Júpiter, calculou a altura
das montanhas da Lua e concluiu que a Via Láctea não era uma nuvem, como antes
se pensava, mas sim um enorme conjunto de Estrelas. Mas já Tycho Brahé, em 1602, elaborara um
catálogo das 777
estrelas fixas mais visíveis. Ao mesmo tempo, os astrónomos começaram a
procurar determinar as distâncias que nos separam dessas estrelas.
O método mais
corrente para se determinar distâncias dessa grandeza é o que se obtém através
do efeito de paralaxe. O método requer conhecimentos de geometria, e é baseado nos
ângulos que se obtêm para uma determinada estrela, medidos de seis em seis meses, entre pontos distanciados de 300 milhões de quilómetros – o diâmetro da
órbita da Terra!
Com este método é possível
saber a distância a estrelas próximas, por exemplo, à epsilon Indi (uma
anã laranja um pouco mais pequena que o Sol), a 11,2 anos-luz; ou a Veja, a
mais brilhante da constelação da Lira, a 26 anos-luz; ou à Próxima de
Centauro, que está a cerca de 4,4 anos-luz (a estrela mais próxima de nós, a
seguir ao Sol); ou à anã vermelha, Estrela de Barnard, que se encontra a
6 anos-luz, ou ainda, entre muitíssimas outras, à estrela branca Altair,
da constelação da Águia (a águia voadora dos Árabes, e que para os Romanos era
a companheira de Júpiter).
Mas também ainda é possível
medir a distância a estrelas mais longínquas, como por exemplo à alfa de
Leão, conhecida por Régulos, que está a 84 anos-luz Ou a Betelguese, em Orion, uma
supergigante vermelha como a órbita de Marte, a 650 anos-luz; ou a Rigel, (o diabo, dos
Árabes), na mesma constelação de Orion, uma supergigante branco-azulada, a 850 anos-luz e que é
a 6ª mais
brilhante do céu, pois brilha como 10.000 sóis.
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Asteróide 2012 DA14
Sucedem-se
as notícias de próximos cataclismos provocados por pedregulhos vindos do
Espaço.
Segundo os
antigos astrólogos Maias, a Terra seria praticamente destruída no dia 21 de
Dezembro de 2012 (a data do equinócio). Seria responsável por esse acontecimento
apocalíptico, um planeta vindo dos confins dos céus, e que deveria chocar com a
Terra.
Muita gente
acreditou. Mas nada aconteceu. E nem poderia acontecer, sem o conhecimento
prévio - anos, provavelmente -, dos astrónomos.
Agora, sabem
e divulgaram esses mesmos cientistas – que é quem sabe desta matéria -, o
asteróide 2012 DA14, irá “roçar” o nosso planeta, no dia 15 de Fevereiro, a uns
meros 34.500 km de altitude e a uma velocidade duns 7 quilómetros por segundo!
Passará aquém dos satélites geoestacionários – os que têm por missão encaminhar
as mensagens de telemóveis, para todo o mundo.
Mas logo os
astrólogos, os bruxos e os ovnilogistas voltaram à carga para augurar um grande
cataclismo na Terra, pois – dizem – os astrónomos estão a mentir-nos. O mesmo
tinha acontecido em 1986, aquando da passagem do grande cometa Hale-Boop.
Segundo esses arautos da desgraça, os extraterrestres (ou os deuses…) estão
muito zangados com o que se passa por cá, e isso é um aviso.
O meteorito tem uma envergadura duns 45 metros e uma massa de 120 mil
toneladas, sendo, portanto, muito pequeno. Mas se chegasse até nós, produziria
um impacto da mesma ordem do que sucedeu sobre a tundra siberiana, em Tunguska,
no início do século 20. Aí, o que aconteceu foi catastrófico: arrasou milhões
de árvores, matou rebanhos de renas a centenas de quilómetros e causou uma
nuvem de poeira muito densa que deu a volta ao mundo. Na noite seguinte, lia-se
o Times, à noite, em Londres, por
efeito da reflexão da luz solar – segundo relatos da época!
Acontecimentos como o que teve lugar na Sibéria, não são frequentes. Mas
não terão sido tão raros, no passado, podendo acontecer a cada milénio. Nos
séculos anteriores, não havia adequados meios de detecção e comunicação e - não
nos esqueçamos -, ¾ da Terra são oceanos e há muitos e enormes desertos.
Esquecendo propositadamente – sabe-se lá com que intenções… - ou
negligenciando estes dados, muitos incautos ou ignorantes são levados a pensar
que a época que vivemos é perigosa, para muito pior, nesses domínios.
Mas não há
nada que, astronomicamente, indicie que seja diferente das anteriores mais
próximas, ou seja, milhões de anos.
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o asteróide 2012 DA14
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
DUMBBELL - nebulosa planetária
.
A primeira nebulosa planetária a ser vista pelo Homem, foi a Nebulosa do Haltere (ou Dumbbell), correntemente catalogada de NGC 6853. O seu descobridor foi o célebre astrónomo Charles
Messier, no século XVIII, que a descreveu como uma nebulosa oval, sem estrelas. No
seu catálogo (o catálogo Messier), é designada por M 27. Pode observar-se na direcção da Constelação
da Raposa, e está a 1.200 anos-luz ou, segundo outros cálculos, a metade dessa
distância. Ter-se-á desenvolvido e começado a expandir-se há cerca duns 4 mil
anos. Mas também aqui há muitas incertezas. A verdade é que é muito difícil
fazer medições e cálculos exactos, para este tipo de corpos celestes.
Embora impossível de observar à vista desarmada, é uma das mais brilhantes
do céu.
No centro da nebulosa está
uma estrela anã, azul, muito quente, que deu origem.
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