DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Últimas do Cometa Ison


Recentes notícias sobre o cometa, dão-nos conta duma grande chuva de poeiras, na Terra, provenientes do Ison. Isso acontecerá, no principio de 2014.
Outras quedas de poeiras, oriundas de cometas, geralmente causam chuva de estrelas mas, no presente caso, isso não deverá acontecer. As poeiras têm tão pequenas dimensões que, ao chegar às altas camadas da atmosfera, são literalmente paradas e acabam por ir caindo lentamente. E isto, apesar de o cometa lançar para o espaço, mais de 50 kilos de materiais sólidos, por minuto!
No entanto, pensa-se que essas poeiras irão produzir nuvens azuis sobre os polos da Terra.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

terça-feira, 14 de maio de 2013

CONSTELAÇÃO DA BALEIA



A constelação da Baleia voltou recentemente a estar na mira dos astrónomos, porque nela há uma estrela que tem massa e radiação semelhante ao Sol. 
Um seu planeta (dos cinco já detectados), encontra-se na chamada zona vital. Trata-se da τ, de Baleia (ou Tau Ceti), a vigésima-primeira estrela mais próxima da Terra, a cerca de 12 anos-luz, de nós.
O planeta, nem muito quente, nem muito frio, permite uma atmosfera e água em estado líquido, à superfície. Estas condições são consideradas necessárias para a existência duma qualquer forma de vida.      

quinta-feira, 18 de abril de 2013

COMETA ISON


créditos: Space Rip

sábado, 23 de março de 2013

DESCRIÇÃO DUM COMETA

Agora que o cometa PanSTARSS desapareceu completamente da vista dos humanos, já se começa a falar do próximo. 
O PanSTARSS foi o que se esperava. Visível, sim (particularmente no Hemisfério Sul), mas nada de espectacular. 
O mesmo não se deverá passar com este novo visitante (c/2012S1 (ISON), que começará a poder ser observado a olho nu, nos princípios do próximo Novembro. Promete um grande espectáculo, podendo mesmo, ser visto em pleno dia!
Para melhor se conhecer os cometas, aqui fica informação pormenorizada.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Cometa PanSTARRS, em Portugal

Fotografia tirada em Almada, por Miguel Claro.
















O PanSTARRS continuará a ser visível, nos próximos dias.
Ele poderá ser visto, depois do pôr-do-sol, na direcção donde o sol se pôs...
se as nuvens deixarem... 
mas o melhor é munir-se dum binóculo.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Cometa Pan-Starrs no Brasil


Para quem quiser observar o cometa, deve olhar para oeste durante o pôr-do-sol, por volta das 19h30. Brasília é a referência.
Como binóculos, é possível observar o cometa. Mas em regiões muito escuras há a possibilidade de vê-lo a olho nu. Ele estará bem próximo do horizonte.
O Pan-Starrs deve ser visto até o dia 15. O melhor dia para ser visto é o dia 12, cerca de cerca de 30 minutos depois do ocaso do Sol, próximo à Lua Nova. 

domingo, 3 de março de 2013

Cometa Pan-STARRS


Neste momento o cometa Pan-STARRS (C/2011 L4) encontra-se próximo do Sol, dentro da órbita de Mercúrio.
Quem vive no Hemisfério Sul pode observá-lo sem recurso a meios ópticos, ao pôr-do-sol.
Atenção: esta imagem foi tirada com exposição.
O cometa está a tornar-se mais brilhante e dentro de dias, já poderá ser observado mesmo nas cidades (com a sua poluição luminosa).
Iremos dando notícias.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

UM PONTINHO NO CÉU

Passou como um pontinho no céu. E só com binóculos (ou melhor) poderia ser visto. Não trouxe novidade. Veio à hora prevista (minutos e segundos) e na rota calculada. Mas houve quem o fotografasse, para a posteridade... O 2012DA14 não deu quaisquer sinais de si... aos profetas da desgraça. Ponto final.
*
No entanto, nesta mesma semana, um outro habitante de longínquas regiões do céu, bem mais pequeno, entrou pelas altas camadas da atmosfera, a uma enormíssima velocidade, aqueceu e incendiou-se, provocando explosões e iluminando os céus duma região meridional da Rússia. A velocidade a que vinha fez com que, às tantas, se produzisse uma onda de choque que partiu tudo quanto era vidros de janelas, das redondezas! Muitas pessoas ficaram feridas. Fala-se em mais de mil...
O acontecimento que (agora se sabe), nada teve a ver com o DA14, pode considerar-se um fenómeno pouco comum, dadas as dimensões do pedregulho. Todos os dias caem bolas-de-fogo, na Terra, mas a maior parte passam desapercebidas, pois acontecem sobre os oceanos, desertos ou regiões remotas e têm menores dimensões.
Resta dizer que, outro como este, no espaço duma vida, dificilmente virá a acontecer, segundo as estimativas.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

O ASTERÓIDE

O asteróide passou, como previsto, na rota calculada, e sem novidade. Veja o vídeo em Asteróide. (créditos: Paulo Lobão)
*
Entretanto, um meteorito caiu algures, na Rússia, e causou centenas de feridos, segundo as primeiras notícias. Mas ainda ainda não está descartada a hipótese de os dois acontecimentos estarem ligados.
Disso daremos conta, em próxima postagem.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

A PARALAXE


PARALAXE

 .
A 1ª luneta astronómica fora construída em 1604, por Galileu, que através dela descobriu as luas de Júpiter, calculou a altura das montanhas da Lua e concluiu que a Via Láctea não era uma nuvem, como antes se pensava, mas sim um enorme conjunto de Estrelas. Mas já Tycho Brahé, em 1602, elaborara um catálogo das 777 estrelas fixas mais visíveis. Ao mesmo tempo, os astrónomos começaram a procurar determinar as distâncias que nos separam dessas estrelas.
O método mais corrente para se determinar distâncias dessa grandeza é o que se obtém através do efeito de paralaxe. O método requer conhecimentos de geometria, e é baseado nos ângulos que se obtêm para uma determinada estrela, medidos de seis em seis meses, entre pontos distanciados de 300 milhões de quilómetros – o diâmetro da órbita da Terra!
Com este método é possível saber a distância a estrelas próximas, por exemplo, à epsilon Indi (uma anã laranja um pouco mais pequena que o Sol), a 11,2 anos-luz; ou a Veja, a mais brilhante da constelação da Lira, a 26 anos-luz; ou à Próxima de Centauro, que está a cerca de 4,4 anos-luz (a estrela mais próxima de nós, a seguir ao Sol); ou à anã vermelha, Estrela de Barnard, que se encontra a 6 anos-luz, ou ainda, entre muitíssimas outras, à estrela branca Altair, da constelação da Águia (a águia voadora dos Árabes, e que para os Romanos era a companheira de Júpiter).
Mas também ainda é possível medir a distância a estrelas mais longínquas, como por exemplo à alfa de Leão, conhecida por Régulos, que está a 84 anos-luz Ou a Betelguese, em Orion, uma supergigante vermelha como a órbita de Marte, a 650 anos-luz; ou a Rigel, (o diabo, dos Árabes), na mesma constelação de Orion, uma supergigante branco-azulada, a 850 anos-luz e que é a 6ª mais brilhante do céu, pois brilha como 10.000 sóis.