DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

GRANDES COMETAS DE HISTÓRIA (II)

Em 1843, um outro Grande Cometa, esteve nos céus da Terra e é considerado um dos maiores dos últimos tempos, sendo dezenas vezes mais  brilhante que a Lua.  Tinha uma cauda de cerca de 300 milhões  de  kms,  que é considerada uma das mais extensas de sempre, na História.
A cauda chegou a abarcar 70º, no céu visível! Isto deveu-se ao facto de ter passado apenas a 120 mil Kms do Sol.
Crê-se que já terá por cá passado em 1106 e deve estar de volta dentro duns 737 anos.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

GRANDES COMETA DA HISTÓRIA (I)


No ano de 1882 assistiu-se à passagem dum Grande Cometa.
Hoje, pelas informações de que se dispõe, crê-se que terá atingido um brilho maior que o brilho da Lua Cheia! A sua cauda estendia-se por 30º, no céu.
Foi observado desde Setembro desse ano e ainda foi visto até meados de Fevereiro. É tido como o mais brilhante da História.
Para esse facto raro, contribuiu decisivamente o ter passado a cerca de 430 mil Kms do Sol (uma distância semelhante à que nos separa da Lua). Mas, por essa mesma razão, fragmentou-se em 5 pedaços, devido ao enorme efeito de maré, provocado pela colossal força gravítica do Sol.  
A passagem no periélio, quando é muito perto do Sol, pode provocar essa fragmentação, e isto pode acontecer ao esperado ISON, no final de Novembro.
Esse cometa de 1882 (ou parte dele...), só deverá estar de volta ao interior do Sistema Solar, em 2642.

domingo, 8 de setembro de 2013

3 Cenários para o cometa ISON




Há quase um ano que o cometa Ison (C/2012 S1) foi descoberto.
Ele vem da Nuvem de Oort e deve ter sido de lá ejectado, há uns dez mil anos.
A 28 de novembro de 2013 passará no periélio - a menor distância, em relação ao Sol. O que acontecer nesse dia, ditará a sua sorte.
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3 cenários são possíveis:
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1 – Literalmente evapora, devido ao enorme calor solar.
2 – Parte-se aos bocados e isso poderá ser observado, desde a Terra.
3 – Sobrevive ao calor e à fortíssima atracção solar e será visto da Terra (particularmente no Hemisfério Norte), como um dos maiores do milénio.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

GÊMEAS DO SOL


Os astrónomos chamam estrelas gêmeas às que são do mesmo tipo e que têm sensivelmente a mesma massa. Para o efeito, a idade não conta.
E é assim que a estrela HIP 102152, situada a 250 anos-luz de distância de nós, foi identificada como a mais a parecida com o Sol, entre todas as conhecidas, que são raras. A primeira a ser detectada foi em 1997. Uma outra, a 18 Scorpii é mais nova que o Sol e tem apenas uns 2,9 mil milhões de anos de idade.
A estrela agora descoberta, em Capricórnio, é 4 mil milhões de anos mais velha que o Sol. Mas esta circunstância permite saber como será o nosso astro-rei, quando for muito mais velho.
Por outro lado, a análise das anteriores, mostra que as estrelas perdem lítio.
Também é possível  que a HIP 102152 possa ter planetas rochosos.
O lítio, é um dos primeiros elementos da tabela de Mandlief e foi criado durante o Big Bang, juntamente com o hidrogénio e o hélio e a verificação das percentagens existentes nas estrelas, pode revelar as suas idades.