DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010


CURIOSIDADES ASTRONÓMICAS

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* Se nos fosse possível viajar à velocidade da luz (300 mil quilómetros por segundo) daríamos sete voltas à Terra, nesse pequeníssimo lapso de tempo.
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* A distância entre a Terra e o Sol é de 150 milhões de quilómetros. Se o Sol se apagasse neste momento, só deixaríamos de vê-lo, cerca de oito minutos depois.
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* A galáxia da Andrómeda é algo semelhante à nossa, mas bem maior. É constituída por cerca de 400 mil milhões de estrelas e lembra um casulo ligeiramente espalmado, vista ao telescópio. Se se apagasse neste momento, seria ainda visível durante mais de dois milhões de anos! No entanto, é uma das mais próximas de nós. Conhece-se uma enormidade de outras, que se encontram milhões de vezes mais longe.
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* A estrela alfa da constelação de Hércules - uma gigante vermelha, conhecida desde o tempo dos antigos gregos pelo nome de Rasalgeti e que se encontra a quinhentos anos-luz de nós -, tem um diâmetro seiscentas vezes maior que o nosso Sol. Este, por sua vez, é um milhão de vezes mais volumoso que a Terra.

domingo, 9 de novembro de 2008

CONSTELAÇÃO DO TOURO (3)

Ver também as postagens 1 e 2, mais abaixo

As Plêiades

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Nos domínios desta constelação estão patentes várias curiosidades importantes. Para além da famosa nebulosa do caranguejo, há dois aglomerados de estrelas, as Híades e as Plêiades (estas últimas, na direcção de Orion e facilmente observáveis à vista desarmada), e ainda, regularmente, uma chuva de meteoros (vulgo, chuva de estrelas), cujo radiante parece emanar da estrela epsilon. Este acontecimento tem lugar todos os anos, no dia 8 de Novembro, verificando-se uma queda máxima de doze meteoros por hora, nesse dia. De referir que, anualmente, há outras chuvas de meteoros bem mais significativas, noutras épocas do ano, e provenientes doutras regiões do céu.

A nebulosa do caranguejo é o resultado duma super nova (estrela em estado explosivo, brilhando mais que mil sóis) que teve lugar no ano de 1054, da nossa era, e que terá sido observada pelos astrónomos chineses desse tempo e pelos índios navajos da América.

Anteriormente não era visível a olho nu, mas de repente começou a brilhar na abóbada celeste, durante semanas, sendo visível, mesmo de dia e desapareceu sem deixar rasto.

Parece vagamente ter a forma dum caranguejo e é conhecida pela M1, do catálogo de Messier, ou pela NGC 1952, dum catálogo mais recente. Não é observável à vista desarmada mas, em 1968, utilizando potentes telescópios, os astrónomos descobriram que, no seu interior, se encontra um pulsar, confirmando a tese de que ela é o resultado da explosão duma estrela de grandes dimensões e massa.

O enxame das Plêiades, ou M45, conhecido, entre nós, pelo sete-estrelo, encontra-se a mais de quatrocentos anos luz, de nós. Uns bons binóculos ou os telescópios revelam que as sete estrelas são, na realidade, muitíssimas mais, cerca de duzentas. As fotografias de longa exposição que hoje têm sido feitas ao aglomerado dessas estrelas, mostram uma cor de fundo azulada, que é entendida como o resultado dos gases e poeiras que ainda formam uma gigantesca nuvem onde, desde há poucos milhões de anos se têm vindo a formar novas estrelas.

Para terminar, diremos que das centenas das outras estrelas que compõem o enxame das Híades, é possível vislumbrar cerca de vinte e quatro, em óptimas condição de visibilidade. Todo o conjunto encontra-se a cerca cento e cinquenta anos luz, bastante mais próximo que as Plêiades.

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Imagem Google