DILEMA
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
a galáxia mais antiga
sexta-feira, 4 de junho de 2010
AS PRIMEIRAS LUZES DO UNIVERSO

O telescópio espacial Spitzer efectuou uma observação, durante 10 horas, na região da constelação do Dragão e pode ter detectado as primeiras estrelas do universo. Essas estrelas teriam existido há mais de 13 mil milhões de anos. Eram descomunais, com uma massa umas cem vezes a massa do Sol. Viveram apenas uns poucos milhões de anos, (como acontece a todas as que têm grande massa), antes de dar origem a buracos negros. Recorde-se que a idade estimada para o Universo é de 13,7 mil milhões de anos.
Esta hipótese surge porque a câmara de infravermelhos do Spitzer, detectou esse tipo de radiação, nessa região do céu. A luz agora identificada é a das primeiras estrelas ou de gases muito quentes a ser sugados pelos primeiros buracos negros do Universo.
Imagem: JPL - NASA
sábado, 18 de abril de 2009
O SOL
O Sol está apenas a cerca de oito minutos-luz, comparado com os 4,5 anos-luz a que se encontra uma das estrelas do sistema de Centauro, a segunda mais perto de nós. A distância da Terra ao Sol é de 150 milhões de quilómetros.
A radiação solar é muito complexa. Ela é composta não só pela luz visível (que podemos admirar pelas cores do arco-íris), mas também por raios ultravioletas, infravermelhos, ondas rádio, raios x e neutrinos que são invisíveis. Da parte que nos chega sob a forma de radiação electromagnética, cerca de metade é luz visível.
Algumas das radiações, mesmo se em pequenas quantidades, são perigosas para a saúde ou, mesmo, incompatíveis com o nosso sistema vegetativo. Entre toda uma enorme gama de radiação, o Sol envia-nos raios x, que, como se sabe, são mortais, se absorvidos continuadamente pelo nosso protoplasma. Felizmente, eles não chegam à superfície do nosso planeta, pois são absorvidos pela atmosfera. Também uma parte dos ultravioletas é filtrada pelo ozone das altas camadas da atmosfera terrestre, iludindo, portanto, as medições que se fazem nos observatórios astronómicos implantados um pouco por todo o lado, no Mundo. O mesmo sucede com os raios cósmicos. Ao penetrar na atmosfera do planeta, são literalmente desfeitos noutras partículas que, após essas transformações, seguem na direcção da superfície terrestre, sem causar grandes danos.