DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

OS SATÉLITES DE JÚPITER


Io é o satélite que se encontra mais próximo do planeta Júpiter e foi visto pela primeira vez por Galileu, com a ajuda da luneta que inventara. Os restantes três, descobertos pelo célebre físico, são Europa, Calisto e Ganimedes. O diâmetro de Io é de mil e seiscentos quilómetros, o que lhe confere umas dimensões semelhantes à da Lua. Mas, além de possuir um núcleo metálico e uma densidade elevada, deve ter um campo magnético, o que não acontece com o nosso satélite natural. Apresenta tons amarelos que podem ser de enxofre e fósforo, talvez em estado líquido. As fotografias colhidas pela sonda Voyager, porém, revelam qualquer coisa de inesperado, bem nítidas na gravura, colhida pela sonda. São visíveis vários vulcões em plena actividade, como o que se pode observar na orla do satélite, claramente expelindo magma e gases para a atmosfera. De tal maneira assim é que o astro se encontra envolto numa nuvem muito ténue que o envolve completamente e que têm sido observadas desde há poucas décadas. Nessa nuvem também foi detectado o cloreto de sódio.
Essas erupções vulcânicas devem-se aos efeitos da força atractiva de Júpiter e de dois dos outros satélites. Io é constantemente puxado na direcção desses vizinhos, particularmente o gigante Júpiter e sofre fortíssimos efeitos de maré. Esses efeitos de maré podem deformar a sua crosta até aos cem metros. O calor desenvolvimento é o responsável pelos fenómenos de vulcanismo.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O ASTERÓIDE VESTA

. ................................ ...Templo de Vesta, em Roma.

Foi no ano já distante de 1807, que o asteróide Vesta foi descoberto. O autor da primeira identificação deste pequeno corpo celeste, dos mais de 600 hoje catalogados, foi Olbers, bem conhecido também pelo célebre "Paradoxo de Olbers".
O nome que lhe foi atribuído é o duma deusa da mitologia, que presidia à vida doméstica e ao fórum das coisas de cada um. Filha de Cronos e Reia, foi, mais tarde, engolida pelo pai. Valeu-lhe Zeus, que a resgatou.
Apesar da sua beleza e dos muitos pretendentes que teve, entre os quais, Posseidon e o belo Apolo, jurou manter-se sempre virgem. Daí que, uma qualquer jura em seu nome, fosse sagrada. Rodeou-se das Vestais, umas sacerdotisas que também mantinham a virgindade e estavam encarregadas de manter o fogo sagrado no templo de Vesta, cujo culto (à deusa e a todos os deuses maiores), era dirigido e organizado pelos áugures e pelos pontífices.

Astronomicamente, a deusa é um objecto pouco expressivo. Não é o maior da Cintura de Asteróides que se encontra entre Marte e Júpiter, mas é o mais brilhante, chegando a poder ser observado a olho nu.
O maior de todos é Ceres. No entanto, deve-se referir que haverá um milhão de pequenos outros, com menos de 1 quilómetro de diâmetro.
A superfície de Vesta está coberta por rochas basálticas, que (julga-se), tiveram origem em vulcões há muito extintos. Essa característica permite melhor reflectir a luz, ao contrário dos outros maiores. Gira a menos de 2,5 U.A. do Sol e mede à volta de 500 por 450 quilómetros, de diâmetro. Na sua superfície é bem patente uma enorme cratera provocada pelo impacto dum grande meteorito, que mostra com é o interior do asteróide. Tem algumas semelhanças com os outros planetas telúricos, com é a Terra, porque se constituiu em camadas. Esse facto faz com que produza calor. No entanto, essa fonte de calor, acrescida do calor produzido pela radioactividade não são significativos.