DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4
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domingo, 3 de julho de 2011

AINDA A SUPERNOVA NA M 51

O que nós vemos hoje, na galáxia (clicar M 51), ou Whirlpool, também catalogada NGC 5194, a mais de 20 milhões anos-luz, de nós, é uma supernova – uma estrela em estado explosivo. Isso aconteceu no início da época do Miocénio, há 23 milhões de anos, durante a era do Cenozóico.
Nesse tempo já a Terra era habitada por animais semelhantes aos que há hoje. Os dinossauros extinguiram-se à 65 milhões de anos. Mas o homem estava ainda bem longe de aparecer. No entanto, até meados do Miocénio (14 milhões de anos), desenvolveu-se um novo grupo de primatas, que estão na origem dos primeiros homnídeos, o australopithecus que, por sua vez, haveria de evoluir para dar o grupo homo percursor do homem, o homo sapiens.

domingo, 26 de setembro de 2010

A EXTINÇÃO DOS DINOSSAUROS

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imagem google
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Está estabelecido que a grande extinção das espécies que ocorreu na transição do Cretácio para o Terciário (a chamada fronteira C/T), foi causado por um asteróide que caiu na Terra. Mais precisamente em Chicxulub,  na península do Yucatan, no México, há cerca de 65 milhões de anos, tendo aniquilado os dinossauros e mais de metade das espécies animais, de então.
O asteróide teria uma envergadura duns 15 quilómetros e, ao embater na Terra, desenvolveu uma energia equivalente a um milhão de vezes a da bomba atómica de Hiroshima. As poeiras que produziu, ofuscaram completamente a luz solar, a nível planetário, produzindo um inverno duradoiro e negro.
Curiosamente, a extinção dos dinossauros abriu caminho ao desenvolvimento das pequenas espécies de animais de sangue quente, nomeadamente as espécies mamárias, donde, mais tarde, surgiu o homem.

sábado, 1 de agosto de 2009

O DEUS PROTECTOR JÚPITER

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Fotografias de Fábio Carvalho, S. Carlos, Brasil.

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Júpiter era o deus supremo dos Romanos (Zeus, para os Gregos).

Os homens desses tempos tinham a sua postura por majestática e imperturbável, verdadeiramente digna dum soberano austero e estável, no firmamento nocturno.

Ao contrário de Vénus e Marte – igualmente brilhantes – mas que se deslocavam, ao longo das noites, com um carácter volúvel e buliçoso, características que os identificavam com a Deusa do Amor, Vénus, e Marte, o Deus da Guerra.

A mais de 2.000 anos de distância, não imaginavam Gregos e Romanos, que Júpiter fosse um verdadeiro deus protector da Terra!

Como se sabe, num passado mais ou menos remoto, asteróides ou cometas de grandes dimensões viajando pelo interior do Sistema Planetário, acabaram por colidir com a Terra, provocando grandes cataclismos de dimensões planetárias. Foi o caso da queda do enorme meteorito que deu origem à extinção dos dinossauros, há cerca de 65 milhões de anos. Ou de outros, mais remotos (ou até bem recentes), como o acontecimento conhecido por Tungusta, que teve lugar na tundra russa, há cerca dum século*.

Mais recentemente, em 1993, o cometa, Shoemaker-Levy 9, afundou-se em Júpiter, interrompendo, assim, a sua viagem. Como esses corpos viajam na direcção do Sol, podem, eventualmente, passar nas proximidades da Terra e vir a chocar com ela.

É por isso que Júpiter tem um papel muito importante, pois absorve muitos destes bólides, preservando a Terra de eventuais colisões.

E, há bem pouco tempo, pela segunda vez na história da astronomia, foi possível verificar uma dessas colisões.

Nas imagens que mostramos, pode ver-se, na região polar norte de Júpiter, o efeito ainda visível dessa colisão extraordinária.

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* Ver postagem sobre esse acontecimento.