DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4
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sábado, 7 de agosto de 2010

PERSEIDAS - Chuva de estrelas


Perseidas
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Uma bela e fugaz estrela cadente
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Agosto é o mês da "chuva de estrelas" conhecida por Perseidas, particularmente visível no Hemisfério Norte.
O nome refere o "radiante", a região do céu donde parecem vir os rastos de luz, na constelação de Perseu – um celebrado herói da mitologia clássica.
Este fenómeno acontece todos os anos, em meados de Agosto e nem sempre regista a mesma frequência de estrelas cadentes.
Para este ano são esperadas umas cinquenta ou mais ocorrências por hora, entre os dias 12 e 13, as noites mais favoráveis à observação. Tanto mais, que nas horas de maior frequência desses rastos luminosos, a partir da meia noite, a Lua não se encontrará no céu.
Esta chuva de estrelas está associado à passagem dum cometa, o Swift-Tuttle, e tem vindo a ser descrita desde há cerca de 2.000 anos, no Extremo Oriente.  Na Europa, depois do evento do Cristianismo, esses filamentos luminosos começaram a ser conhecidos por Lágrimas de São Lourenço.
Pequenos grãos de areia deixadas pelo rasto do cometa (por vezes com as dimensões duma ervilha), permanecem numa região do espaço por onde a Terra passa anualmente, no seu movimento de translação.
À aproximação do nosso planeta, esses restos cometários são atraídos pela força gravítica da Terra e acabam por entrar na atmosfera. Chegam a uma grande velocidade e incendeiam-se aí aos oitenta quilómetros da superfície terrestre, nas altas e rarefeitas camadas da atmosfera. Isso é devido à enorme fricção que sofrem ao chocar com as molécula de ar (apesar da sua rarefacção), produzindo esses belos rastos luminosos na abóbada nocturna – as estrelas cadentes.   
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O "radiante", em Perseu. Mais acima a Cassiopeia (M103)

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

COMETA 17/P HOLMES



Foi há mais de cem anos que este cometa foi descoberto, em 1892, pelo astrónomo inglês que lhe deu o nome. Curiosamente a sua órbita situa-se entre os planetas Júpiter e Marte, encontrando-se por estes dias a mais duzentos e vinte milhões de quilómetros da Terra. É um cometa periódico, com um período de quase 7 anos. Quando, desta vez, foi avistado, tinha uma magnitude de 17. Isto é: completamente impossível de ser visto, a não ser por meios ópticos de grande alcance. No entanto, e sem que e saiba bem porquê, passou rapidamente a ostentar um brilho que permite ser observado à vista desarmada, próximo da magnitude 3, nas imediações da constelação Perseu. Neste momento, o seu brilho diminui, embora se esteja a aproximar-se de nós.

crédito Paulo Barros