DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4
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sábado, 7 de agosto de 2010

PERSEIDAS - Chuva de estrelas


Perseidas
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Uma bela e fugaz estrela cadente
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Agosto é o mês da "chuva de estrelas" conhecida por Perseidas, particularmente visível no Hemisfério Norte.
O nome refere o "radiante", a região do céu donde parecem vir os rastos de luz, na constelação de Perseu – um celebrado herói da mitologia clássica.
Este fenómeno acontece todos os anos, em meados de Agosto e nem sempre regista a mesma frequência de estrelas cadentes.
Para este ano são esperadas umas cinquenta ou mais ocorrências por hora, entre os dias 12 e 13, as noites mais favoráveis à observação. Tanto mais, que nas horas de maior frequência desses rastos luminosos, a partir da meia noite, a Lua não se encontrará no céu.
Esta chuva de estrelas está associado à passagem dum cometa, o Swift-Tuttle, e tem vindo a ser descrita desde há cerca de 2.000 anos, no Extremo Oriente.  Na Europa, depois do evento do Cristianismo, esses filamentos luminosos começaram a ser conhecidos por Lágrimas de São Lourenço.
Pequenos grãos de areia deixadas pelo rasto do cometa (por vezes com as dimensões duma ervilha), permanecem numa região do espaço por onde a Terra passa anualmente, no seu movimento de translação.
À aproximação do nosso planeta, esses restos cometários são atraídos pela força gravítica da Terra e acabam por entrar na atmosfera. Chegam a uma grande velocidade e incendeiam-se aí aos oitenta quilómetros da superfície terrestre, nas altas e rarefeitas camadas da atmosfera. Isso é devido à enorme fricção que sofrem ao chocar com as molécula de ar (apesar da sua rarefacção), produzindo esses belos rastos luminosos na abóbada nocturna – as estrelas cadentes.   
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O "radiante", em Perseu. Mais acima a Cassiopeia (M103)

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

BÓLIDE


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http://www.youtube.com/watch?v=YhWTIuqthR0

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clicar

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Estamos num período de chuva de estrelas. São as chamadas Perseides, pois parecem vir da constelação de Perseu. Resultam dos fragmentos deixados pelo cometa Swift-Tuttle.

Milhões de observadores, passam horas a fio, a olhar o céu nocturno, pelo prazer de observar as estrelas cadentes que vão surgindo.

Acontece que, de onde em onde, surge um filamento mais espesso, por vezes, verdadeiramente espectacular.

Foi o que aconteceu há duas noites, visível em Portugal e agora reproduzido pelo youtube.

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Créditos: (Canela's Robotic Observatory Website)


quarta-feira, 14 de novembro de 2007

CHUVA DE ESTRELAS CADENTES - LEÓNIDAS




















Ainda não tínhamos tido ocasião de referir estes curiosos eventos celestes que acontecem regularmente e podem facilmente ser vistos, sem auxílio de quaisquer instrumento óptico. São vários os períodos do ano, em que eles acontecem. A presente "chuva de estrelas" é conhecida por Leónidas, já que os rastos luminosos parecem vir dum “radiante”, na constelação de Leão. O que será observado é o resultado da queda de pequenos fragmentos de matéria vinda do Espaço, na atmosfera terrestre. A enorme velocidade a que entram nas altas camadas da atmosfera e o aquecimento a que ficam sujeitas devido à fricção, provoca a sua combustão. Esses fragmentos provêm dum cometa periódico (o Tempel-Tuttle). Neste momento, a Terra cruza a sua órbita. A “chuva de estrelas” a que nos referimos, já se mostra desde o dia 14, mas é no próximo fim de semana que ela será mais importante, particularmente depois da meia-noite de Sábado, aí pelas 3 da manhã. Saturno estará na constelação de Leão e isso ajudará a localizá-la. É preciso olhar para Leste, para uma zona não muito alta do céu. A zona do "radiante" só começa a “nascer” depois da meia-noite. As estimativas dizem-nos que no máximo poderão ser vistas umas 33 "estrelas cadentes", por hora. No entanto, devo dizer (e para não defraudar altas expectativas), que estas previsões são muito falíveis, mas há sempre a esperança dum acontecimento excepcional como o que se deu no dia 13 de Novembro de 1833, observado desde o Canadá até ao México, tido como o maior da história, aqui desenhado por um artista da época, com se pode ver na gravura.

Créditos Carta Celeste Observatório Astronómico de Lisboa

SCLARECIMENTO: Devido à actualidade deste evento, decidimos recolocar a postagem sobre magnitudes, para data posterior.