DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

CHUVA DE ESTRELAS DE AGOSTO

Estamos no período das Perseides – uma chuva anual de estrelas cadentes – que vai ter o seu pico nas noites de 12 e 13 de Agosto. Infelizmente, para os observadores destes interessantes fenómenos astronómicos, a Lua estará cheia, Sábado, dia 13, o que limitará muito a visibilidade desses objectos.
Os meteoritos que vêm na direcção da Terra e se inflamam ao atingir as altas camadas da atmosfera, aí pelos 80 mil metros do solo, são restos dum cometa – o Swift-Tutlle, que volta às imediações da Terra, todos os 130 anos. Quando a Terra, no seu curso anual passa relativamente perto dos pequenos pedaços de matéria que o cometa ejectou, eles são atraídos pelo nosso planeta. O nome Perseides, tem a ver com a zona do céu donde parecem vir: a constelação de Peuseu.
Há referências a esta chuva de estrelas desde há mais de 2 mil anos, provenientes do Estremo Oriente.
Esperam-se cerca de cem meteoritos por hora, embora, como foi referido, a claridade da Lua ofusque a maioria.
Por curiosidade, refira-se que os católicos lhes chamam lágrimas de S. Lourenço.



sábado, 7 de agosto de 2010

PERSEIDAS - Chuva de estrelas


Perseidas
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Uma bela e fugaz estrela cadente
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Agosto é o mês da "chuva de estrelas" conhecida por Perseidas, particularmente visível no Hemisfério Norte.
O nome refere o "radiante", a região do céu donde parecem vir os rastos de luz, na constelação de Perseu – um celebrado herói da mitologia clássica.
Este fenómeno acontece todos os anos, em meados de Agosto e nem sempre regista a mesma frequência de estrelas cadentes.
Para este ano são esperadas umas cinquenta ou mais ocorrências por hora, entre os dias 12 e 13, as noites mais favoráveis à observação. Tanto mais, que nas horas de maior frequência desses rastos luminosos, a partir da meia noite, a Lua não se encontrará no céu.
Esta chuva de estrelas está associado à passagem dum cometa, o Swift-Tuttle, e tem vindo a ser descrita desde há cerca de 2.000 anos, no Extremo Oriente.  Na Europa, depois do evento do Cristianismo, esses filamentos luminosos começaram a ser conhecidos por Lágrimas de São Lourenço.
Pequenos grãos de areia deixadas pelo rasto do cometa (por vezes com as dimensões duma ervilha), permanecem numa região do espaço por onde a Terra passa anualmente, no seu movimento de translação.
À aproximação do nosso planeta, esses restos cometários são atraídos pela força gravítica da Terra e acabam por entrar na atmosfera. Chegam a uma grande velocidade e incendeiam-se aí aos oitenta quilómetros da superfície terrestre, nas altas e rarefeitas camadas da atmosfera. Isso é devido à enorme fricção que sofrem ao chocar com as molécula de ar (apesar da sua rarefacção), produzindo esses belos rastos luminosos na abóbada nocturna – as estrelas cadentes.   
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O "radiante", em Perseu. Mais acima a Cassiopeia (M103)