domingo, 1 de fevereiro de 2009

O CRUZEIRO DO SUL

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A constelação do Cruzeiro do Sul não é visível nas nossas latitudes. Mas foi de grande importância para os europeus, antigos navegantes e descobridores das terras e ilhas austrais.

Servia de referência segura, para quem navegava nesses mares.

Assim como no hemisfério norte, a estrela Polar (da constelação da Ursa Menor), indica o pólo Norte, também uma das estrelas do Cruzeiro do Sul, indica o pólo austral.

Trata-se da estrela α (alfa), conhecida por Estrela de Magalhães, ou Acrux, a mais brilhante da constelação e uma das mais brilhante de todo céu nocturno. Na verdade, a observação ao telescópio, mostra que a α não é uma só estrela, mas duas!

É sempre visível nessas latitudes, pois faz a circunvalação do pólo Sul celeste e nunca entra em ocaso.

Outras estrelas da constelação merecem referência: a β (beta), também muito brilhante e que se pode observar num dos braços menores do diagrama. Chamam-lhe Becrux, ou Mimosa.

No topo superior, podemos ver uma estrela avermelhada, denominada Rubídea. É, pela cor, uma estrela velha.

Uma interessante curiosidade desta constelação é que ela se encontra bem próximo duma das que compõem a constelação de Centauro, a estrela mais próxima de nós, a seguir ao Sol.

E, como se sabe, as estrelas do Cruzeiro do Sul (juntamente com outras), estão representadas na bandeira do Brasil. Todas essas estrelas representam os muitos Estados brasileiros.

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imagem Google


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