DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

O SISTEMA SOLAR

Imagem produzida pelo Observatório de Paris
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PARA ALÉM DE PLUTÃO.

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Depois de Plutão e Neptuno, cujas órbitas se cruzam, há uma cintura de pequenos asteróides de interior rochoso, cobertos essencialmente de água em estado sólido e poeiras, dando-lhes um aspecto de gelo sujo.
Encontram-se bem para além dos últimos planetas (com a excepção de Plutão, aliás, despromovido da condição de planeta...), e nem por isso, deixam de pertencer ao Sistema Solar e depender das forças de atracção que emanam do Sol. Contam-se por milhões esses minúsculos corpos que, de vez em quando, ao sabor de desequilíbrios gravíticos, vêm na direcção do Sol, constituindo-se em cometas. A todo esse conjunto se chama Cintura de Kuiper.
Porém, a influência do nosso astro-rei continua ainda por uma imensidão de espaço e só termina depois dum outro enorme conjunto de pequenos corpos celestes conhecido por Nuvem de Oort, donde, provavelmente, também nos chegam outros cometas, esses, de longo período. Essa Nuvem de Oort, que terá uns 100 mil milhões de potenciais cometas, alonga-se entre as 55 mil e as 100 unidades astronómicas.
O Sistema estende-se até onde a influência do Sol se fizer sentir, antes que comece a prevalecer o reino de outra estrela.
Entre uma e outra há um descomunal espaço inter-estelar. O vazio entre as estrelas é, correntemente, tão grande, que passa a ser inútil e desenquadrada a utilização da unidade de medida U.A. - unidade astronómica, ou seja: 150 milhões de quilómetros - a distância entre a Terra e o Sol. Esta medida usa-se apenas para as distâncias dentro do Sistema Solar.
Depois passa a utilizar-se o ano-luz, a distância percorrida pela luz, num ano, à tremenda velocidade de 300 quilómetros, por segundo!
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