DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4

terça-feira, 10 de novembro de 2009

AS PLÊIADES

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O Sete-estrelo é a designação popular dum aglomerado de estrelas, na constelação do Touro, um dos objectos catalogado por Messier.

Também são conhecidas por Sete Irmãs. Mas, observadas com meios ópticos apropriados, são umas 500, de brilho muito fraco!

Nos compêndios, aparece com a designação de M 45.

Trata-se dum aglomerado estelar aberto, o mais brilhante do céu, perfeitamente visível a olho nu, em ambos os hemisférios.

As suas estrelas são azuis, muito quentes, e distam mais de 400 anos-luz, da Terra. Ter-se-ão formado há uns 100 milhões de anos. São, portanto, bastantes jovens.

Para os gregos, mais de 2.000 anos antes do astrónomo francês Messier ter elaborado o célebre catálogo que leva o seu nome, as Plêiades eram filhas de Atlas e Plione.

Foi Zeus quem as colocou no céu, a seu pedido, para se livrarem das contínuas perseguições de que estavam a ser alvo, por parte de Orion (como se sabe, um exímio caçador).

Eram elas, segundo a mitologia grega: Electra, Celeno, Taigete, Maia, Mérope, Asterope e Dríope.

E continua a ser esse o nome dessas estrelas.

Todo o conjunto se encontra envolto numa nebulosidade azulada.

Em boa verdade, essas estrelas encontram-se no interior duma nebulosa.

A cor da nebulosidade observada, segundo se julga, é o efeito da reflexão da luz das estrelas que compõem o sete-estrelo.


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