domingo, 27 de setembro de 2009

Perigos Vários

Em portagens anteriores já foram referidos alguns dos perigos de origem astronómica que a Terra enfrenta.

Os cometas e os asteróides são algumas dessas potenciais sérias ameaças, para o nosso planeta.

Neste momento há um asteróide bem perto da Terra, a uma distância de 600 mil quilómetros. Felizmente não é uma ameaça, apesar de estar a uma distância pequena, o dobro da que se encontra a Lua.

Tem cerca de 1 quilómetro de diâmetro e, se eventualmente chocasse com o nosso planeta, causaria uma catástrofe de proporções avassaladoras.

Mas ele segue uma trajectória paralela à que a Terra descreve na sua órbita em volta do Sol e afastar-se-à dentro de dias.

Até hoje, um asteróide de tais dimensões, nunca tinha sido observado a tão curta distância.

Denominado 2009 ST19, e observado pela 1ª vez a 16 de Setembro último, este asteróide voltará dentro de 3 anos, mas a mais perigosa aproximação só virá a acontecer no ano de 2038.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Mais duas nebulosas planetárias

...................................................Imagens Hubble
..............................................clicar nas imagens
..............Nebulosa mz3............................................Nebulosa do Esquimó

terça-feira, 15 de setembro de 2009

NEBULOSA PLANETÁRIA


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A imagem que produzimos é duma nebulosa planetária catalogada com o nome de NGC 6751.

A denominação “planetária” nada tem a ver com planetas existentes ou em formação.

A designação genérica ficou, porque na primeira, do género desta a ser observada, os astrónomos julgaram ver a formação de planetas.

Ela é o resultado da expulsão de gases e poeiras (ver postagem anterior), indiciando o fim da estrela.

As cores mostram diferentes temperaturas e são obtidas por filtros especiais.

As regiões azuis são as mais quentes e as vermelhas ou laranja, as mais frias.

Também foi calculada a temperatura da superfície da estrela (que se encontra no meio da imagem): cerca de 140.000º Célcius.

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Imagem Hubble

domingo, 6 de setembro de 2009

Nebulosa Dumbbell

imagem Google (nebulosa Dumbbell)

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As nebulosas são dos objectos celestes mais espectaculares. São descritas pelos astrónomos, com nuvens de gás e poeiras produzidas pela explosão de estrelas de grande massa. Ou, noutras situações, são produzidas por estrelas que expelem esses gases e essas poeiras. O gás presente em maior percentagem é o hidrogénio, o elemento mais leve da Natureza, composto por apenas um protão e um electrão.

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Sem procurar entrar em grandes detalhes (que estão fora do propósito destes pequenos artigos, destinados aos iniciados), diremos que certas nebulosas são como que verdadeiras maternidades ou creches de novas estrelas!

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Duma estrela que morreu, passados milhões de anos, os seus restos começam a aglutinar-se em vários espaços e, se os aglomerados resultantes forem suficientemente grandes, nascem novas estrelas!

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Há boas razões para crer que o nosso Sol seja uma estrela de 3ª geração.

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Na nossa Galáxia são conhecidas algumas nebulosas que derivaram duma dessas colossais explosão de estrelas e que foram observadas na Terra.

A mais célebre é a nebulosa do Caranguejo, que resultou duma super-nova vista pelos Chineses em 1054, e também por índios americanos que desenharam o que viram, numa pedra!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

AS ESTRELAS

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Estrelas #1


Há boas razões para crer que foi o Big Bang (uma explosão inicial, de proporções inimagináveis), que deu origem ao nosso Universo.
Esse acontecimento apocalíptico ter-se-á dado há cerca de treze mil milhões de anos, segundo os últimos cálculos, iniciando um decurso que levou à formação das estrelas e à sua diversidade, embora não esteja ainda estabelecida a maneira como elas se agruparam, para produzir esses conjuntos gigantescos a que chamamos galáxias.
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No entanto, os astrónomos não têm dúvidas de que as primeiras estrelas eram quase exclusivamente compostas por hidrogénio. Todas as observações, medições e cálculo, apontam no sentido de que elas eram constituídas por esse elemento, de um só protão e um só electrão, o mais simples de todos os elementos da Natureza.
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Quando nasce uma estrela, o seu destino fica imediatamente marcado pela sua massa. A massa está intimamente ligada à força da gravidade. Se for muito maior que o Sol, essa força (que tudo puxa para o interior - o centro de gravidade) engendra colossais pressões e temperaturas internas e consequentes reacções de fusão nuclear: a estrela consome-se rapidamente e subsiste durante pouco tempo, antes de experimentar catastróficas convulsões que acabarão por levá-la a explodir.
Ao invés, se for pequena, terá uma existência serena durante muito milhares de milhões de anos.
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É o caso do Sol, que muito consideram como um estrela anã.