DILEMA

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domingo, 3 de novembro de 2013

A CONSTELAÇÃO DO ESCORPIÃO

A constelação

A constelação do Escorpião define o signo do Zodíaco (24/10 a 22/11),  do mesmo nome.
Esse agrupamento de estrelas foi identificado pelos gregos, mas também  pelos egípcios e persas, que lhe atribuíram diferentes versões mitológicas. Na versão grega, foi o Escorpião quem matou Orion.
É uma constelação muito rica em objectos diversos, sendo Antares, uma estrela supergigante vermelha, a cerca de 520 anos-luz de distância de nós, e nove mil vezes mais brilhante que o Sol, a sua estrela mais importante.
Na região do céu onde está, podemos ver diversos aglomerados de estrelas, como os M 7, M 6 e M 80, do catálogo de Messier e o NGC 6231 - um grande enxame de estrelas, muito brilhante.
De assinalar também uma estrela binária conhecida por Scorpius X-1, grande fonte de raios x, onde a estrela principal está associada possivelmente a uma estrela de neutrões ou a um buraco negro.
A versão mitológica

terça-feira, 19 de maio de 2009

CONSTELAÇÃO do SAGITÁRIO

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Sagitário é uma das constelações do Zodíaco. O seu principal interesse astronómico deve-se ao facto de projectar-se nas regiões centrais da Galáxia. É representado na Mitologia por um centauro – uma figura fantástica, meio homem meio cavalo. Está armado com um arco e uma flecha que aponta para o Escorpião (outra constelação do Zodíaco).
Curiosamente, as estrelas de Sagitário, tem nomes que remotam aos árabes: Rukbat – o joelho, Ascela – a axila, Al Nash – a ponta da seta (apontada ao ferrão do Escorpião), Nunki – o peito do centauro.
A posição da constelação implica que ela seja muito rica em nebulosas e aglomerados de estrelas. É necessário utilizar instrumentos ópticos para poder visualizá-los a todos. Para alguns deles, basta um bom binóculo.
Três nebulosas merecem destaque, na banda da luz visível: a nebulosa do Lago (M8),- na gravura, a M 17 (NGC 6618) - nebulosa da Ferradura ou Ómega, e a Trífide, M 20, a 50 mil anos-luz. Todos estes objectos são conhecidos pela letra M e um número de catálogo que foi elaborado por Charles Messier, em 1764. A designação NGC é dum catálogo mais recente.

Quanto aos aglomerados de estrelas, ou cúmulos, podemos ver o M22 (NGC 6656), de umas 70. 000 estrelas, que é um dos mais chegados ao Sol, apenas a 10 anos-luz. Num outro, M 23, haverá apenas umas 130 estrelas, bem distanciadas, por isso se lhe chama aglomerado aberto. Não muito diferente é o M 25, a uns 2 000 anos-luz, de 86 estrelas. Mas, na região, há uma multidão de outros, só perceptíveis com bons instrumentos ópticos.
No entanto, se observarmos na faixa dos raios x e nas ondas-rádio, podemos dar-nos conta de qualquer coisa de verdadeiramente extraordinário: provavelmente o efeito produzido por ondas de choque de super-novas (grandes e pesadas estrelas em estado explosivo) que aqueceram as nuvens de gás a milhões de graus e que alimentam o que se crê ser um buraco negro, denominada Sagitário A.

terça-feira, 15 de abril de 2008

ESCORPIÃO (2)

ANTARES

No anterior artigo, referente à constelação do Escorpião, referimos um pouco da sua história, segundo a visão da Mitologia Clássica. Mas, na verdade, a verdadeira condição da constelação, é bem outra.
Para os astrónomos as constelações são campos, dos 88 em que a abóbada celeste foi dividida (em constelações), na sua projecção no fundo celeste, tal com é vista de cá. Para os antigos, a configuração das estrelas, desenhava abstractamente um guerreiro, um cão, uma balança, ou um escorpião, por exemplo.

No caso vertente, no antigo Egipto, a ideia dum escorpião tem origem nos períodos de seca que assolavam a região do Nilo. É precisamente nessas alturas que o Sol se projecta nessa constelação. O Escorpião encarnava um animal nefasto, perigoso, pronto a matar com o seu ferrão venenoso, rastejando lentamente na abóbada celeste, pela noite fora.

Para os astrónomos, as constelações funcionam como pontos de referência para as diferentes regiões da abóbada celeste.
E por vezes não são as estrelas de maior brilho (magnitude) as que mais suscitam o interesse. Outros objectos são mais importantes.
Na constelação do Escorpião, Antares (Alpha Scorpii, a denominação latina), a sua estrela principal merece referência, pois é uma supergigante vermelha, 700 vezes maior do que o Sol e 10.000 vezes mais brilhante. Na realidade a estrela (de magnitude 1) tem uma companheira, sendo portanto uma estrela binária. É dos objectos mais avermelhados do inteiro céu sendo, por vezes, confundida com o planeta Marte (o planeta vermelho). Encontra-se a 600 anos-luz de nós.
Outros objectos, na mesma constelação, merecem especial referência. A este assunto voltaremos em próxima postagem.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

A CONSTELAÇÃO DE ESCORPIÃO

UM POUCO DE MITOLOGIA

A Mitologia Clássica é uma disciplina muito interessante, como aliás, todas as outras mitologias. Nela se inspiraram os grandes poetas desses tempos e, mesmo, Camões, já no período Renascentista. Essas extraordinárias histórias, estão, por vezes, na génese da própria História da Mitologia.
Gregos e Romanos tinham deuses para tudo e a vida desses deuses era imaginada à semelhança da dos mortais – homens e animais.
O Cristianismo que, como se sabe, apareceu muito depois, acabou por adoptar idênticos modelos, com uma profusão de santos e santas protectores.
Não sei se já haverá um santo protector contra os vírus informáticos. Mas deve estar na forja... Bem necessário é, porque os anti-vírus fabricados pelos mortais, por vezes erram – como qualquer mortal!...
A história (muito sucinta) que hoje aqui trago, é a de Escorpião, uma das doze constelações do Zodíaco.
Na Mitologia, o Escorpião está intimamente ligado à história do belo e audaz Orion - um caçador de extraordinários recursos. Usava uma espada, uma clava e um escudo (na constelação, na parte central - as Três Marias) e fazia-se acompanhar por dois cães de caça – as constelações de Cão Maior e Cão menor.
Em consequência dessas suas grandes capacidades, era frequentemente chamado, pelas divindades, para destruir horríveis feras e outros monstros que infestavam o país. No entanto a sua beleza atraiu as atenções da deusa Aurora que o raptou, levando-o consigo para a ilha de Delos. Esse amor, segundo reza a tradição, terá durado pouco. Aurora que desafiara a beleza de Afrodite, a deusa do Amor, foi castigada a não ter senão amores insatisfeitos.
A história, a partir daqui, é um pouco confusa, não se entendendo os mitólogos, sobre o desfiar dos acontecimentos.
O certo é que foi enviado um escorpião para matar Orion e ele, picado pelo terrível animalejo, morreu. Mas Ofiúco, conhecedor dos antídotos para todos os venenos, fê-lo ressuscitar.
No Céu, pode ver-se este último a pisar e esborrachar o escorpião. Orion, que era um dos gigantes, filho de Posseidon (ou Neptuno, para os Romanos – o deus do mar) também foi colocado no céu, como acontecia a quantos se celebrizavam, sendo mortais.