DILEMA

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sábado, 1 de janeiro de 2011

CURIOSIDADES ASTRONÓMICAS (2)

1 – O raciocínio e a imaginação, por vezes, antecipam o conhecimento factual. Vem a propósito referir um dos físicos mais brilhantes da actualidade, Roger Penrose, que aventara a hipótese de o nosso Universo não ser a consequência de um Big Bang, mas de vários. Sabe-se agora, por intermédio do satélite WMAP, que estuda a radiação cósmica de fundo,  que efectivamente houve vários big bangs cíclicos, um dos quais deu origem ao nosso actual universo.
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2 – Conhecem-se várias galáxias que chocaram com outras. E sabe-se, por exemplo, que a Via Láctea está em rota de colisão com a Andrómeda. Porém, quando isso acontecer, dificilmente haverá estrelas a esbarrar umas contra as outras. Pela simples razão de que as distâncias entre si, são enormes, e praticamente se pode dizer que uma galáxia é um grande vazio, onde, de onde em onde, há estrelas!
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3 – A Lua não ficará para sempre nos céus da Terra. Ela está continuamente a afastar-se de nós. Mas essa taxa de afastamento é muito pequena, cerca de 3 metros por século. É tudo uma questão de tempo…
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4 – As estrelas que vemos no céu fazem parte da nossa própria galáxia. Mas nós só conseguimos vislumbrar uma ínfima parte delas. Numa noite de céu limpo, fora da poluição luminosa das cidades, é possível ver umas 2.500 estrelas. A Galáxia, segundo as últimas estimativas, deve ter mais de 200 mil milhões...
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5 – Se o nosso Sol tivesse toda a sua massa concentrada numa esfera de dois quilómetros e meio de diâmetro, produzir-se-ia um buraco negro! Isto advém do chamado "Raio de Schwarzschild".
No centro das galáxias observam-se buracos negros super maciços que podem ser equivalentes a, entre um milhão e mil milhões de vezes, a massa do Sol!
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6 – Pouco ou nada ainda se sabe da matéria negra que existe em grande abundância no nosso Universo. Tudo o resto que se conhece, galáxias, estrelas, planetas, será apenas uns 4%, do total.
O destino final deste nosso universo, agora em fase de expansão, depende da sua massa total. Se  tem um determinado valor, começará a contrair-se (dentro de muitos milhares de milhões de anos), até a um ponto semelhante ao que deu origem ao Big Bang – por acção da força da gravidade – e , por ventura, tudo recomeçará de novo.
No caso inverso, O Universo expandir-se-á infinitamente.
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7 – O HLC, o Grande Colisionador de Hadrões (o mais potente acelerador de partículas jamais construído), já efectuou colisões entre protões, a enormes velocidades, que produziram resultados inesperados. Foram produzidas mini gotas dum plasma que terá precedido o Big Bang. Mas só em 2013 fará essas colisões a 99% da velocidade da luz, para tentar reproduzir o que se terá passado anteriormente.
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