DILEMA

https://youtu.be/K_sAgzRbMu4

quarta-feira, 28 de abril de 2010

AS ESTRELAS (1)

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Céu pejado de estrelas


Basta olhar para um céu nocturno, fora da poluição luminosa das cidades, para nos apercebermos da diversa aparência das estrelas. Podemos facilmente constatar que elas se nos apresentam com aspectos diferentes no que respeita à magnitude, brilho e cor. Será uma interessante experiência, para quem quer iniciar-se na astronomia, verificar estas diferenças.
As magnitudes têm a ver com a distância a que se encontram e também como a sua intrínseca luminosidade.
O brilho fornece-nos informações sobre a temperatura superficial do astro: se a estrela for branca ou azulada, sabemos que se trata duma estrela jovem, de altas temperaturas superficiais; se, ao invés, for alaranjada ou avermelhada, a estrela tem temperaturas superficiais mais baixas e provavelmente é velha.
As estrelas amareladas estão entre as primeiras e as segundas, como é o caso do Sol.
Porém, há outras estrelas bem diferentes, muitas das quais invisíveis à vista desarmada, mesmo que estivessem mais perto. Estão neste grupo as anãs, que debitam pouquíssima energia. Ou as estrelas de neutrões de exíguas dimensões e que apenas sabemos que existem, pela influência gravítica que exercem sobre outras que lhe estão próximas, bem maiores, e por um feixe de radiação que nos enviam a intervalos regulares.

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