quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

CONSTELAÇÃO DE ORION

Assim a constelação era vista na Antiguidade Clássica























Orion é uma das mais esbeltas constelações dos nossos céus, no equador celeste.
E nela se encontram vários objectos de grande interesse astronómico e visual.
A destacar, a nebulosa de Orion. Está catalogada como  M42 (do catálogo de Messier), ou NGC 1976. Com céu limpo e fora da poluição luminosa, pode a ser visível a olho nu. A M 42 está a mais de mil anos-luz de distância da Terra e compõe-se principalmente por estrelas jovens e bastante quentes.
As estrelas exteriores da constelação formam um trapézio e são a Alfa de Orion (Betelgeuse, uma supergigante vermelha). Betelgeuse é uma estrela muito brilhante, com um diâmetro 250 vezes maior que o do Sol. A sua distância até nós é de aproximadamente 200 anos-luz. Depois temos a Gama de Orion (Bellatrix), a Kapa (Saiph) e a Beta (Rigel), uma estrela muito azul. Todas elas, representam, na Mitologia clássica, partes do corpo do caçador Orion.
E a observar também As Três Marias, que se encontram a meio da constelação e representam o cinturão do célebre caçador, facilmente localizáveis o olho nu.

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